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QR Code no transporte público & novas tendências em pagamentos

Novos meios de pagamento estão chegando ao transporte público, como QR Codes, cartões bancários e outros. Essa inovação é possível com uma bilhetagem centrada no sistema. Entenda: 

Photo by Proxyclick Visitor Management System on Unsplash

Os meios de pagamento no transporte público estão se diversificando como nunca, e às vezes pode ser difícil entender todas as inovações que estão chegando ao mercado. Por isso, vamos explicar um pouco da trajetória dos meios de pagamento no transporte público e o cenário atual.

Na maior parte da história de sistemas de transporte públicos, de 1950 a 1980, bilhetes de papel ou tarja magnética foram a regra. Estes modelos permitiram grandes avanços, como a disponibilização de gratuidades e otimização da operação.

Já no início dos anos 1990 os cartões inteligentes (ou smartcards) modificaram para sempre nossa relação com o transporte público, permitindo integração e uma relação mais próxima entre operadores e passageiros. 

Agora, nos anos 2020, uma nova era bate à nossa porta. Ao invés de um sistema “centrado no cartão”, como é hoje (o Bilhete Único é o maior expoente no Brasil), partimos para uma lógica de “centrado no sistema”. Essa mudança e as possibilidades de meios de pagamento a partir dela é o que procuramos desmistificar neste artigo. 

O que é um sistema de bilhetagem “centrado no cartão”? 

Em um esquema onde o cartão é central, todas as informações de cobrança da tarifa, o direito à viagem e todos os registros de identificação ficam na mídia física, o cartão. 

Os equipamentos, no caso validadores, processam toda a transação, validam a legitimidade do cartão, autorizam o acesso, atualizam as informações no cartão e fazem cálculos tarifários, como no caso de integrações. Tudo isso em milésimos de segundos. Esse é o padrão em mais de 80% dos sistemas de transporte do país e representa uma evolução significativa ao modelo de papéis anterior. 

Entre as principais características de um sistema de bilhetagem centrado no cartão estão: 

  1. Equipamentos como validadores capazes de ler e gravar as informações no cartão para qualquer transação, o que encarece e engessa a operação.
  2. Altos investimentos em infraestrutura;
  3. Integração difícil com operadores terceiros, devido às práticas concentradoras e uso de sistemas fechados por parte dos fornecedores de tecnologia em bilhetagem;
  4. Os dados são atualizados, geralmente, ao final do dia quando o ônibus vai para a garagem e não de forma simultânea; 
  5. A perda do cartão pode significar a perda do saldo, pelo menos temporariamente; 
  6. Fraudes que acarretam em prejuízos financeiros.

Outros pontos significativos são a necessidade de fazer a recarga dos cartões em postos físicos, sejam auto-atendimento ou guichês, o que é sujeito à filas e atrasos, além de altos custos aos operadores para emissão, transporte e gestão de cartões. 

O que é bilhetagem “centrada no sistema”?

Nós também podemos chamar esse sistema de Bilhetagem Baseada em Contas (ABT), que já foi alvo de outro artigo no Agora é simples. Em resumo, nesse cenário a cobrança da tarifa, o direito à viagem e os registros de uso são mantidos em um back-office, ou seja, em servidores e não na mídia física, o cartão, como no caso anterior. 

A principal diferença é que as regras de negócio e o cálculo da tarifa são feitos depois do embarque, no back-office. Isso significa que a mídia usada para acesso, seja um cartão, um QR Code ou um app com NFC no celular, são apenas identificadores que dão acesso ao transporte e estão linkados à uma conta do passageiro. 

Não há um “saldo” nessa mídia. Esse saldo, se existe, está numa carteira digital atrelada ao CPF e que pode ser acessada por mídias diferentes. Se o cliente perdeu o cartão, pode ser possível acessar com o app, sem demais complicações. 

As principais características do ABT são: 

  • O validador deixa de “validar”, pois é necessário apenas identificar o passageiro.
  • A mídia física, por sua vez, deixa de ser central para os dados, que passam a ser geridos no back-office
  • Custos menores com infraestrutura e aquisição de equipamentos; 
  • Múltiplos meios de pagamentos, como NFC, QR Code, smartcards, EMV, etc.
  • Melhora a experiência do usuário pela conveniência de pagar por transporte de um jeito próximo aos outros pagamentos do dia a dia. 
  • Interoperabilidade com outros sistemas. Alguns ABT podem oferecer até mesmo interoperabilidade com sistemas legados

Como migrar de um sistema centrado no cartão para ABT

Infelizmente, a maioria dos provedores de tecnologia em bilhetagem não cooperam com atualizações de sistema com o objetivo de manter suas reservas de mercado. Isso é inaceitável nos dias de hoje de diversas maneiras, a começar pelo atraso na inovação do transporte público. Dessa forma, para uma migração à bilhetagem centrada no sistema é necessário a troca dos hardwares existentes. 

A depender do cenário, todos os equipamentos podem ser trocados de uma vez, de forma gradual ou coexistir com validadores antigos. O Dispositivo de Bilhetagem Digital da ONBOARD, por exemplo, pode ser tanto o equipamento principal quanto atuar em paralelo ao validador legado, a depender da estratégia da companhia operadora de transportes. 

Também é recomendado que se troque os cartões em posse dos usuários, embora existam estratégias para aproveitamento dos cartões legados evitando transtornos ao usuário na substituição. 

Tipos de tokens e tecnologia de validação para acesso ao transporte público 

Com uma bilhetagem centrada no sistema, amplia-se as mídias possíveis para acesso ao transporte público. Vamos conhecer uma por uma, desde a era pré bilhetagem eletrônica, passando pelos smartcards até os dias de hoje, na era da Bilhetagem Digital.

Bilhetes de papel – ainda usados principalmente em cidades do interior, foram amplamente aceitos no transporte público no século passado. 

Edmonson ou bilhetes de tarja magnética – usados no Metrô e CPTM atualmente, mas em fase de transição. Nesses bilhetes há o armazenamento de informações na tarja, que pode ser lida pelos equipamentos de acesso. É o pai dos cartões inteligentes. Porém, são facilmente danificados, representam altos custos para sua manutenção e têm sido gradualmente substituídos. 

Cartões inteligentes (smartcards) – os mais conhecidos, como o Rio Card ou Bilhete Único. Embora fossem facilmente falsificados até bem pouco tempo, sua segurança melhorou nos últimos anos. São inteligentes, pois armazenam todas as informações de pagamento e identificação. 

Os equipamentos a bordo são capazes de ler e escrever informações no smartcards, e a isso se deve à época de criação dessa tecnologia, onde não existia a possibilidade de conexão em tempo real entre um equipamento e uma central, o que necessitava de tanto validador quanto cartões conversarem entre si de forma offline. 

Vários formatos ganharam o mundo, com destaque o MIFARE (proprietário) e Calypso e Cipurse, ambos open source. O fato desses sistemas não serem interoperáveis levou a um aumento de custos e monopólio em diversos locais, incluindo o Brasil. 

Recarga online – disponível em diversos municípios hoje por meio de websites, aplicativos e chatbots. Facilitam e muito a vida de quem quer evitar filas em guichês e terminais. Entretanto, ainda representa um passo de atrito na experiência de compra – clientes precisam adquirir os créditos em seu cartão inteligente antes de embarcar. Além disso, representam altos custos para operadores de transporte, que precisam manter atualizadas aplicações para diferentes sistemas operacionais e navegadores. 

Algumas empresas de bilhetagem cobram pelo serviço, enquanto alguns operadores de transporte optam por fazer parcerias. A SPTrans, em São Paulo, conta com uma série de apps de recarga de terceiros disponíveis.  

Cartões EMV – Esse padrão foi desenvolvido por bandeiras de cartões do sistema bancário e permite o acesso ao transporte público por meio dos cartões contactless de crédito e débito

Uma das principais vantagens está no amplo acesso que a tecnologia permite, um turista de qualquer parte do mundo pode rapidamente acessar um meio de transporte se tiver um cartão com essa tecnologia. Por outro lado, operadores de transporte perdem contato com seus clientes, uma vez que o relacionamento é exclusivo da bandeira de cartão e do banco. Sendo assim, é ideal como uma das possibilidades de token para acesso ao transporte e não em substituição a todos os outros meios existentes, até mesmo porque grande parte da população no país é “desbancarizada”

QR Codes – Cada vez mais comum, esse tipo de código 1D ou 2D são de fácil implementação no transporte público e já conhecidos pelos passageiros, diversos setores já usam QR Codes em suas aplicações, como pagamentos, informações, etc. Esse método pode ser usado por meio de bilhetes em papel impressos ou em aplicações mobile. 

Um dos principais problemas desse meio é a sua fácil replicabilidade, o que abre brechas para falsificações. Um cliente pode tirar um “print” da tela e enviar a outro usuário. Para isso, camadas extras de segurança são necessárias. O código 2D disponibilizado aos clientes, por exemplo, pode ter uma curta duração, sendo atualizado constantemente impedindo fraudes.

Veja o caso do app Bilhete Digital, nele uma camada de proteção é aplicada para impedir o print da tela, além de um tempo curto de duração da validade do QR Code, sendo rapidamente substituído por um novo:

NFC (Near Field Communication) – A tecnologia de aproximação também está ganhando popularidade por meio dos cartões contactless, distribuídos por bancos atualmente. Alguns celulares mais avançados também possuem essa tecnologia, que permite pagamentos por meio de apps como Apple Pay, Samsung Pay, Google Pay e outras. 

Com o NFC dos celulares, operadores de transporte transferem a propriedade do meio de acesso aos clientes, reduzindo seus custos de gerenciamento da vida útil dos smartcards. Ainda é um grande desafio no Brasil e em países em desenvolvimento, pois celulares intermediários em posse da maioria da população, no geral, não contam com essa tecnologia. 

Be-in/Be-out (BiBo) – Nesse sistema, o passageiro não precisa apresentar nenhuma mídia ao validador, pois a checagem é feita de outra forma. Nos modelos apresentados anteriormente, de uma jeito ou de outro é necessário validar a viagem, ou seja, apresentar uma mídia para identificação. No modelo BiBo isso não é necessário, pois o cliente é identificado assim que embarca, por meio do Bluetooth ou reconhecimento facial, por exemplo. É uma forma “mãos livres”, onde não é necessário apresentar nada, apenas checagens de segurança aleatória. 

Esse esquema é indicado para sistemas baseados em confiança, onde os passageiros não precisam provar seu direito à viagem, algo comum em trens e VLT’s, bastando uma inspeção rotineira.

Uma alternativa é uma mescla entre o sistema de identificação e o BiBo, onde o cliente precisa indicar em um app que iniciou a viagem. 

Apesar da inovação, é um esquema muito novo que demanda uma curva de aprendizagem, sendo indicado como uma forma complementar de acesso e não a principal, além de requerer longos períodos de pilotos e testes. Ele é mais seguro e efetivo se for feito através do reconhecimento facial, mas independentemente da tecnologia, esse modelo só é viável a partir de um sistema ABT.

Comparativo das principais características dos meios de pagamento

Bilhetes de papelBilhetes de tarja magnéticaSmartcardsQR CodeNFCEMV BiBo
Custos de manuseio ++++++++++++++
Custos de infraestrutura++++++++++++++++
Experiência do usuário++++++++++++++++
Segurança+++++++*++++++++
Pós-pagamento (com carteira digital)NãoNãoNãoSimSimSimSim

+nível de implementação (a quantidade de + significa maiores custos ou mais facilidade, a depender do tópico). 

*No caso do QR Code impresso o nível máximo de segurança só é obtido quando a validação é feita online.

Conclusão 

Os meios de pagamento estão cada vez mais diversos e representam inúmeras oportunidades para o transporte público, não somente custos. Sistemas ABT, baseados em contas e abertos, tornam possível a Mobilidade como Serviço, carteiras digitais e outros serviços novos que melhoram a experiência dos clientes e tornam o transporte público competitivo novamente. 

Embora diversas opções tenham sido apresentadas, muitas delas já aplicadas em países pelo mundo, as especificidades de um país como o Brasil precisam ser levadas em conta na tomada de decisão, com a experiência de especialistas, gestores e pessoas comuns. 

Ainda ficou com dúvidas? Clique nas leituras complementares indicadas ao longo do texto. Qualquer coisa, chame no WhatsApp no botão abaixo!

Isso é obrigatório.
Isso é obrigatório.

Contra coronavírus, Bilhete Único poderá ser solicitado pela internet por idosos

Medida da capital paulista visa evitar a ida de idosos aos postos de atendimento

Via Assessoria de Imprensa SPTrans

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT) e da SPTrans, adota mais uma medida preventiva para evitar o contágio do coronavírus. Para isso, orienta o passageiro especial Idoso para que evite ir aos Postos de Atendimento nas Subprefeituras e no Posto Central, uma vez que a solicitação e dúvidas podem ser feitas, excepcionalmente, pelo e-mail: atendimento.idoso@sptrans.com.br.

No caso da solicitação da primeira via é preciso anexar foto, documento de identificação oficial com foto (RG, CNH), CPF, comprovante do local de sua residência com no máximo 6 meses, com CEP (conta de luz, água, telefone. Informar o número de telefone para contato e aguardar o recebimento do cartão pelo correio no prazo de 20 dias.

Atenção!
O benefício da gratuidade do Bilhete Único Especial Idoso é de uso pessoal e intransferível e concedido para homens e mulheres com idade igual ou superior a 60 anos que, comprovadamente, residam na Região Metropolitana de São Paulo ou em Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista e Jundiaí.

Nunca empreste, nem solicite que outra pessoa passe seu cartão na catraca, pois as imagens são registradas pelas câmeras instaladas nos validadores, podendo ser o seu cartão cancelado por uso indevido. Mais informações podem ser obtidas no site ou consultar outras dúvidas na página ou, ainda, ligar 156.

Documentos necessários no e-mail:
– Documento de identificação oficial com foto (RG, CNH, CIE)
– CPF caso não conste no documento
– Comprovante recente de endereço, com no máximo 6 meses, com CEP (conta de luz, água, conta de telefone, etc.). É necessário que seja do local onde o idoso reside, pois o cartão será enviado para o local descrito no comprovante.
– Anexar foto. Imagem com baixa resolução ou qualidade, de perfil, fazendo selfie, ao lado, com outras pessoas, usando óculos de sol, boné, chapéu ou adereços que cubram parte do rosto não serão aprovadas.
– Informar número de telefone para contato.

Pague a taxa de revalidação do Bilhete Único pelo Facebook

Estudantes que já solicitaram à instituição de ensino que envie os dados de matrícula para SPTrans e tiveram o pedido aprovado podem pagar a taxa de revalidação do Bilhete Único estudantil. A taxa é no valor de 7 tarifas vigentes, ou R$30,80.

O processo pode ser acompanhado no site da SPTrans. Por lá também é possível imprimir o boleto pagável em qualquer rede bancária. Para facilitar a liberação do benefício a SPTrans credenciou o chatbot Bipay no Facebook/Messenger para pagamento da taxa.

Por meio da rede social basta inserir o número do Bilhete Único de estudante que a taxa estará automaticamente disponível para pagamento, não havendo necessidade de inserir o número do boleto, muito menos enfrentar filas em lotéricas.

Bilhete Único antigo com saldo superior a R$43 será cancelado na 2ª

Bilhetes anônimos e/ou emitidos antes de 2014 precisam ser trocados por novos modelos.

Em abril a Prefeitura de São Paulo e a SPTrans anunciaram medidas para reduzir as fraudes no Bilhete Único. Entre elas, o cancelamento de bilhetes anônimos (ou todos aqueles emitidos antes de 2014) com saldo superior a R$43. 

Bilhetes anônimos não estão atrelados ao CPF do portador e, por isso, estão mais sujeitos à fraudes. Até pouco tempo o bilhete único anônimo podia ser adquirido em postos físicos, portanto, mesmo quem possui um bilhete pós 2014 precisa se atentar caso não tenha um bilhete associado ao CPF, chamado de Personalizado ou Identificado.  

O prazo inicial terminava em julho, mas por decreto da gestão municipal o prazo de cancelamento dos bilhetes com mais de R$43 em saldo foi adiado para 1º de outubro. O prazo se encerra na próxima segunda. 

Após 1º de outubro bilhetes com mais de R$43 serão cancelados, quem solicitar um novo cadastrado no site da SPTrans ainda pode transferir o saldo excedente para um novo bilhete até a data limite.

Bilhetes anônimos com créditos do tipo vale-transporte não serão cancelados. 

Abaixo, modelos de cartões que estão entre os que serão cancelados. Caso possua um desses, se informe sobre como fazer um novo Bilhete Único Personalizado.

Cartões anônimos


Bilhete Único Vale-Transporte volta a custar mais caro

Em decisão provisória Vale-Transporte volta a custar R$ 4,57

O Supremo Tribunal de Justiça permitiu que a Prefeitura de São Paulo cobre mais caro no Vale-Transporte em relação ao Bilhete Único Comum e que diminua o número de embarques do bilhete destinado aos trabalhadores. A decisão derruba liminares anteriores que igularam preço e quantidade de embarques entre Vale-Transporte e Bilhete Comum.

A decisão é privisória, atende a pedido da Prefeitura e vale até que o Tribunal de Justiça de São Paulo julgue as ações que contestam as mudanças da gestão de Bruno Covas (PSDB) nas regras do Vale-Transporte.

Entenda o caso:

Em decreto de março a Prefeitura de São Paulo encareceu o Vale-Transporte em relação ao Bilhete Único Comum, o primeiro chegando ao valor de R$ 4,57, enquanto os créditos comuns foram estabelecidos em R$ 4,30. Além disso, diminuiu a quantidade de embarques possível para até dois, ao contrário dos quatro embarques anteriores.

A decisão foi muito criticada e vista como punitivista para pessoas mais pobres e moradoras de regiões periféricas, que preciam pegar mais conduções até seu trabalho/escola. A prefeitura alega que as empresas é quem devem arcar mais com os deslocamentos de seus funcionários, uma vez que o poder público em São Paulo já subsidia com milhões o transporte público e o setor privado se beneficia diretamente das redes de transporte coletivo do município.

O argumento não foi o suficiente para impedir ação do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que conseguiu na Justiça de São Paulo a suspensão das últimas medidas em relação ao Vale-Transporte do Bilhete Único. Em 10 de junho o número de embarques e o valor voltaram a corresponder ao Bilhete Único Comum, como noticiado pelo Agora é Simples.

Porém, após decisão preliminar do STJ, a Prefeitura pôde voltar a cobrar mais caro e diminuir os embarque do Vale-Transporte. A novela ainda não terminou.

Bipay da ONBOARD é destaque em publicação

Revista NTU, uma das mais importantes no ramo da mobilidade no país destaca chatbot Bipay na popularização de serviços de recarga online

Bipay é o primeiro chatbot de recarga de cartões de transporte do mundo. O chatbot está presente no Messenger do Facebook e faz hoje a recarga do Bilhete Único em São Paulo.

A OnBoard Mobility, criadora do chatbot, explica o serviço como “um assistente virtual para o transporte público que está aonde os clientes estão: nas redes sociais”.

Lançado no início de 2018, alguns dados revelados à NTU Urbano, publicação da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos impressionam: 67% dos usuários de Bipay costumavam comprar créditos em pontos físicos de recarga, o que demonstra a capacidade de popularização das recargas online em um novo segmento.

A SPTrans estima que apenas 5% das recargas do Bilhete Único são feitas por aplicativos e no Brasil 80% dos celulares possuem menos de 1GB de armazenamento disponível, o que dificulta o download de muitos aplicativos em um mesmo aparelho.

E isso é o que torna os chatbots tão atraentes: disponíveis não só no Messenger, como também no WhatsApp, Skype e outros esses assistentes estão em aplicativos já baixados pelos consumidores.

Com esses benefícios, a tecnologia que combina Inteligência Artificial e redes sociais para produzir Bipay chegará também em Belo Horizonte e Região, na recarga dos cartões de transporte de lá.

O ÓTIMO já tem recarga pelo Facebook e o BHBus irá lançar ainda neste ano.

Além da recarga, por esses canais usuários mineiros terão atendimento com especialistas. O ÓTIMO agregou ao chatbot o agendamento de solicitação de cartões benefício, como idosos e estudantes e tem dado certo para otimizar e melhorar os atendimentos presenciais.

Veja como recarregar o Bilhete Único com a tecnologia chatbot Bipay:

Cartões bancários substituirão o Bilhete Único?

Opinião: longe de ser uma novidade, pagamentos com cartões bancários interessam mais às bandeiras do que aos consumidores

O Metrô do Rio anunciou recentemente que passará a aceitar cartões bancários com tecnologia contactless da Visa em suas catracas. A novidade se integrará ao RioCard Mais como uma das formas de pagamento e poderá em breve chegar a outros modais além do metrô.

Um aviso importante: a tecnologia contactless não é uma novidade dos cartões bancários. Você paga o transporte assim há 15 anos.

A tecnologia contactless ainda é incipiente no Brasil para pagamentos de compras rotineiras, mas cresceu exponencialmente no último ano. Entre os fatores podemos citar o empenho do Bradesco e Nubank que oferecem cartões como o modelo abaixo, com o ícone indicando a compatibilidade com pagamentos por aproximação.

Cartões contactless apresentam o símbolo como neste cartão de exemplo.

Cartões contactless permitem pagamentos só aproximando o cartão de crédito ou débito, o que garante agilidade em pagamentos do dia dia. No transporte público, por sua vez, tornam a necessidade de recarga obsoleta, pois com débito ou crédito disponíveis clientes terão sempre o embarque garantido.

O Metrô do Rio, porém, não é o primeiro a testar o pagamento com cartões bancários. Jundiaí foi a primeira e hoje conta com toda sua frota compatível com a tecnologia. Mas quando perguntado a uma pessoa diretamente envolvida no projeto sobre o impacto da solução a resposta em tom de brincadeira foi: “O impacto de zero pessoas usando é zero!”, devido à baixa adesão do modelo.

Os mais afoitos à novidade foram logo decretando o fim do Bilhete Único ou cartões de transporte similares. Mas será mesmo?

Assim, o texto abordará:

  1. O caso de sucesso em Londres
  2. O interesse de bandeiras de cartão no transporte público
  3. O relacionamento entre empresas de transporte e consumidores
  4. Como as bandeiras de cartão oneram o transporte público?
  5. Como diminuir os custos com bilhetagem?

O caso Londrino

Em Londres, onde o pagamento por cartões bancários no transporte é um dos maiores casos de sucesso do mundo, moradores e turistas podem usar seus cartões de crédito ou débito para comprar passagens, mas o Oyster – o bilhete único de lá – é igualmente popular.

Por meio do Oyster, clientes têm direito a um “cheque especial”, que permite o embarque mesmo com a falta de saldo. Além disso, é possível ativar a opção que faz a recarga automática toda vez que o saldo fica inferior a 10 libras.

O segredo, parece, é continuar inovando no cartão de transporte tradicional e não transferir a responsabilidade para empresas terceiras. Até porque os bilhetes de transporte também são pagamentos por aproximação e a novidade é o pagamento a partir de um cartão não exclusivo para o transporte, e não o meio em si.

Devemos lembrar que muita gente no país ainda não é bancarizada e cada vez mais dados de uso são usados para planejamento, ou seja, sistemas de transporte com cartões próprios fortes obtêm dados robustos de uso para suas estratégias.

Inserir cartões bancários no transporte é trazer uma série de intermediários que integram sua cadeia e mordem parcelas das transações. Toda a cadeia e infraestrutura bancária tem se mostrado obsoleta para os padrões atuais que estamos vendo no mundo.

Mas por que o interesse de bandeiras de cartão, como Visa e Mastercard, no transporte público?

A infraestrutura da rede de pagamento criada pelas bandeiras permitiu, por anos, que elas nadassem de braçada em um mercado inédito. No entanto, a estrutura de pagamentos mundial está mudando – podemos ver isso com a multiplicação de carteiras digitais, novas tecnologias como QR Code, blockchain e o uso cada vez menos frequente do dinheiro físico. Ou seja, as bandeiras precisam se manter relevantes.

O Banco Central do Brasil está atento às mudanças e hoje estimula iniciativas de pagamentos instantâneos, que sejam 24 horas, 7 dias por semana e, principalmente, com taxas muito menores do que os meios tradicionais, como as transações DOC e TED e o pagamento por débito.

Em pagamentos instantâneos, como o da foto, o empresário encontra taxas bastante reduzidas e consumidores compram apenas usando a câmera do celular.

As mudanças vêm a exemplo do mercado chinês, que hoje possui uma cadeia de pagamentos altamente digital, mas desvinculada de adquirentes e bandeiras de cartão, por lá as wallets criaram suas próprias redes e câmaras de compensação diminuindo o atrito do cash-in. Entre as opções mais famosas estão o WeChat e o Alipay.

O WeChat é o maior app da China, parecido com o WhatsApp, que permite também uma conta digital para pagamentos. Chineses podem transferir dinheiro ou fazer pagamentos de maneira imediata, em segundos. Recomendo este vídeo para saber mais sobre os apps na China.

Portanto, para se manterem relevantes bandeiras de cartão buscam entrar em novos mercados. O transporte público é um dos mais desafiadores e por isso mesmo um dos mais apetitosos: lá se encontra muita gente que não tem conta em banco ou cartão de crédito.

Por outro lado, para o transporte público, o benefício se restringe à ampliação dos canais de acesso, principalmente para turistas. O Rio, por exemplo, recebe milhares de visitantes que não fazem ideia de como fazer um Bilhete Único.

Mas para o sistema em si a inovação não é tão espetacular, pois além de distanciarem o relacionamento dos passageiros com os transporte, essas empresas de cartões se tornam mais um agente na cadeia de pagamentos e com isso geram ainda mais custos para transporte público.

De que forma o relacionamento entre empresas de transporte e consumidores muda? 

Se hoje os dados de cadastro e uso dos cartões é de posse das empresas de transporte, sejam elas únicas operadoras ou em consórcio, a partir do uso de cartões bancários esse relacionamento se perde. 

As empresas de transporte não são mais as responsáveis pela emissão dos bilhetes, os dados cadastrais são de posse do banco emissor e, com isso, estratégias de comunicação e marketing direcionadas ao mundo digital ficam mais difíceis de serem feitas.

Mesmo que hoje esse tipo de comunicação seja pouco utilizada, é sem dúvida um potencial a ser explorado por empresas de transporte, que podem utilizar técnicas de comunicação digital por e-mail, SMS e aplicativos, tudo com dados próprios. Algo impossível ao transferir aos cartões bancários sua bilhetagem. 

Por fim, em caso de perda, furto ou estrago haveria um tempo maior de espera para a produção de um novo cartão, já que cartões bancários notoriamente são mais demorados do que cartões de transporte.

Dessa forma, usuários de cartões bancários teriam nesses casos que recorrer ao banco e não aos serviços do sistema de transporte, ou seja, um ponto a menos de contato entre clientes do transporte e empresas.

Como as bandeiras de cartão oneram o transporte público?

Sabemos que cada compra feita por cartões bancários, seja de crédito ou débito, têm parte do valor enviado diretamente para a bandeira, o adquirente, e para o banco emissor, descontando não do pagador, mas sim do recebedor.

Com o transporte público não seria diferente, mas neste mercado as margens são pequenas e qualquer custo recai, obrigatoriamente, no bolso do passageiro nos comuns aumentos tarifários.

O que estou falando aqui não é para alarmar ninguém, mas precisamos sim encontrar soluções mais sustentáveis para o futuro do transporte público, o que definitivamente não envolve mais um cartão de plástico.

Além das esperadas taxas de transações, a adequação do parque tecnológico, ou seja, os validadores de ônibus e estações é altamente custosa.

Sendo assim, concluímos que o investimento em cartões bancários não só consome margens de lucro das operações no transporte público como também onera desde o início a partir da implementação ainda bastante cara. 

Então, como diminuir os custos com bilhetagem?

A preocupação com todo o sistema de bilhetagem, que envolve cartões, postos de recarga, atendentes, validadores, etc. é justa. Bilhetagem é cara e é necessário encontrar soluções para isso.

Para quem vende hardware é ótimo que o empresário tenha que comprar equipamentos novos para adequar sua frota a um novo cartão, que no fundo é mais do mesmo.

O transporte público está obsoleto e perdeu toda sua competitividade por conta de hardwares e softwares proprietários em um modelo de negócio que causam dependência de fornecedores, exclusividade em desenvolvimento, manutenção e nem preciso comentar quanto isso custa, afinal até orçamentos são cobrados.

Soluções são sempre bem-vindas, mas para propor uma solução precisamos pensar mais fora da caixa.

O que falta para termos um Bilhete Digital, emitido de forma online, sem necessidade de recarga e com pagamento por celular e sem nenhum vínculo com instituições financeiras, por exemplo? O que falta para estudantes não precisarem levar todos os documentos presencialmente até um posto de atendimento para fazerem seu bilhete especial?

Uma forma que não perpetue desigualdades no transporte e dê a possibilidade de sistemas de transporte por todo país inovarem, reduzindo custos fixos e investindo no que realmente importa.

Esse texto foi editado em 17 de maio de 2019.

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Valores das passagens de ônibus, metrô e trem 2019 em SP

Aprenda os valores das passagens 2019 e como usar a integração em cada modelo!

Após alguns anos sem reajustes o transporte público paulistano começou 2019 com uma série de novos preços. As mudanças vão do bilhete comum e se estendem para versões temporais e bilhetes especiais, como o vale-transporte.

Entenda abaixo os valores das passagens de transporte público 2019 em SP e os principais pontos para utilização da integração.

TIPO DE CRÉDITO VALOR 2019
Dinheiro/Crédito Eletrônico Comum R$ 4,30
Crédito Eletrônico Vale-Transporte Ônibus R$ 4,57
Crédito Eletrônico Vale-Transporte Metrô/CPTM R$ 4,30
Crédito Eletrônico Estudante R$ 2,15
Integração Ônibus + Metrô/CPTM Estudante R$ 4,30
Integração Ônibus + Metrô/CPTM Comum R$ 7,48
Integração Ônibus + Metrô/CPTM Vale-Transporte R$ 7,95
Integração Ônibus + Metrô/CPTM Madrugador Comum R$ 6,71
Integração Ônibus + Metrô/CPTM Madrugador Vale-Transporte R$ 7,18

Como é possível notar, existem valores diferentes nas modalidades Comum, Estudante e Vale-Transporte, com o último sendo o mais caro entre as opções.

Quantas integrações é possível fazer com o Bilhete Único e o tempo de integração? 

A tarifa comum de R$ 4,30 permite quatro embarques em ônibus diferentes em até três horas. Já a tarifa integrada comum permite três embarques em ônibus em três horas, mais um embarque no sistema trilhos (metrô e trem) nas duas primeiras horas de utilização.

A tarifa Vale-Transporte, por sua vez, permite dois embarques no valor de R$ 4,57 em até três horas. A tarifa Vale-Transporte integrada de R$ 7,95 garante um embarque em ônibus e em um nos trilhos, este último nas duas primeiras horas de uso.

Por fim, a tarifa de estudantes garante o embarque em três ônibus em até duas horas, uma hora a menos do que a tarifa comum. Com a integração, estudantes podem usar uma vez para embarque nos trilhos nas duas primeiras horas.

Acesse nosso artigo completo para saber mais sobre a integração e tarifas especiais do transporte público de SP, como o Bilhete Amigão e a Tarifa do Madrugador.

Novas regras Bilhete Único Especial para pessoas com deficiência

O que muda no Bilhete Único Especial para pessoas com deficiência a partir de 1º de junho.

Alguns leitores relataram dúvidas em nossos canais sobre mudanças no bilhete especial após uma série de alterações no último decreto relacionado ao cartão de transporte pela Prefeitura de São Paulo.

Solicitamos à SPTrans que respondesse alguns questionamentos da nossa redação. O Bilhete Único Especial para pessoas com deficiência é um benefício regulamentado pela SPTrans.

Sobre alterações pela portaria SMT GAB nº 050 a SPTrans informa que foi retirada a segunda solicitação de revisão de indeferimento, o recurso administrativo. Segundo a nota, foi constatado que menos de 1% das solicitações de recurso alteraram o resultado anterior.

Outras alterações englobam todo o sistema do Bilhete Único, como as punições mais severas em casos de fraude, que vão de advertências a suspensão do cartão por seis meses, um ano, dois anos e cancelamento definitivo.

No caso do bilhete único especial para pessoas com deficiência “se constatadas irregularidades no formulário de solicitação, o mesmo é encaminhado para o setor jurídico da SPTrans para as devidas providências. Se o Bilhete for usado de forma irregular o benefício também é suspenso”, diz a SPTrans em nota.

Veja no artigo como solicitar o Bilhete Único Especial. Adicionamos algumas informações a esse artigo com a última nota da SPTrans à redação do Agora é Simples

Se ainda tiver dúvidas, acesse a página da SPTrans no Facebook no botão abaixo ou clicando neste link

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Bilhete Único Anônimo será cancelado?

Entenda o futuro de alguns modelos do Bilhete Único em SP. 

Você deve ter ouvido falar das novas regras do Bilhete Único, que passam a valer em 90 dias depois da regulamentação do decreto de fevereiro de 2019 da gestão de Bruno Covas.

As últimas regulamentações dizem respeito ao Bilhete Único Anônimo, espécie de cartão que um mesmo usuário podia comprar por mais de uma vez com o mesmo CPF.

Por essa razão, são frequentes duplicações e, por consequência, fraudes neste modelo e a SPTrans busca acabar com isso amarrando os usuários com os cartões anônimos. Mas preste atenção: os cartões anônimos, como os modelos abaixo, não serão cancelados de imediato.

Modelos que precisam ser trocados.

Para isso acontecer você deve ter mais de R$43 reais de saldo após 1º de junho, quando passa a valer a nova regulamentação. Esse é o teto que bilhetes sem identificação terão a partir de agora.

Se tiver mais saldo e não quiser perdê-los, transfira o excedente para um novo cartão identificado.

Seu novo cartão, agora com foto e vinculado a seu CPF, pode ser solicitado no site da SPTrans. Se levar o cartão antigo pra troca na retirada do novo não precisa pagar os R$30,10 de créditos iniciais que o novo decreto exige.

Caso possua dois cartões em seu CPF poderá usá-los normalmente até o cancelamento dos mesmos por vencimento ou inatividade.

Ah! Mesmo que você evite a correria nos postos da SPTrans e mantenha-se no anônimo com limite de R$43, em algum momento terá de trocar. A portaria diz que em 120 dias outras soluções para a troca dos cartões deverão ser anunciadas.

Decreto cancela Bilhete Único Anônimo com saldo superior a R$43 em 90 dias

Novo decreto também muda outras regras do Bilhete Único, saiba quais:

Após anunciar a interrupção da venda do Bilhete Único Anônimo no final do ano passado e determinar neste ano a limitação da recarga nos cartões sem identificação, a SPTrans finalmente anuncia uma grande limitação ao uso dos cartões anônimos do Bilhete Único.

A partir de 1º de junho todos os cartões anônimos com mais de R$43 em saldo serão cancelados. Se tiverem esse valor ou menos, ainda funcionarão nos validadores dos ônibus e trilhos.

Usuários do transporte público de São Paulo terão até 1º de junho para realizar a troca; os cartões anônimos não estão atrelados à um CPF e são responsáveis por fraudes no sistema de transportes da cidade.

Após esse prazo, o excedente de créditos perderá validade. Antes do prazo, porém, é possível transferir para o novo cartão.

Os cartões anônimos têm a aparência acima.

Se precisa fazer um novo personalizado, leia o artigo completo sobre como fazer o Bilhete Único em SP.

Outras regras também foram abordadas no decreto, entre elas:

Um Bilhete Único por CPF

Usuários não poderão ter mais de um BU, pois todos os cartões serão vinculados a um único CPF, limitando-se a um por pessoa.

Cartão custará sete tarifas de ônibus

A emissão do Bilhete Único será condicionada ao pagamento de sete tarifas vigentes, hoje em R$30,10 (R$4,30 a tarifa). Esse valor poderá ser usado para viagens.

Quem possui o bilhete único anônimo tem a isenção desse pagamento de R$30,10 obrigatórios para retirada.

Validade dos créditos menor

Para créditos comprados ante de 23 de fevereiro a validade continua em 5 anos. Mas créditos comprados depois disso terão validade de 1 ano.

O Bilhete Único em si também passa a ter validade: mais de 1 ano de inatividade gera o cancelamento do cartão e a perda de todos os créditos disponíveis, caso existam.

Punições por uso irregular

Fraudes, uso indevido de gratuidades – como estudante e idoso – serão combatidos de forma mais dura, com punições que variam de advertência, bloqueio do cartão por períodos de tempo até o cancelamento completo.

Segunda via do Bilhete Único exigirá Boletim de Ocorrência

Para solicitar um novo cartão após perda, roubo ou furto um BO deverá ser anexado ao pedido. No decreto a SPTrans reforça o número 156, central de atendimento para cancelamento do cartão.

Reajuste de tarifa

Sempre que um aumento tarifário é anunciado as pessoas correm para carregar seus cartões com o preço antigo. A partir de agora, porém, os créditos com o preço antigo deverão ser usados em até 180. Depois disso passam a valer com o reajuste.

Quer praticidade? 

A OnBoard está desenvolvendo a entrega do Bilhete Único em casa. Deixe seus dados abaixo para saber do lançamento em primeira mão. 

* obrigatório





Atualizado em 11 de abril de 2019. Na primeira versão do texto dizia-se que os cartões anônimos seriam cancelados. O cancelamento, porém, só ocorre para aqueles que possuem mais de R$43 de saldo. 

Bilhete Único com nome social: passo a passo

Nome social no Bilhete Único ainda existe, mesmo após STF flexibilizar alterações em documentos oficiais. 

Pessoas transexuais e travestis possuem o direito de alterar a identificação do Bilhete Único para seu nome social com o estabelecimento do decreto nº. 51.180 de 14/01/2010.

Mas como fazer a mudança?

Os interessados devem ir até o Posto Central da SPTrans, na rua Boa Vista, 274 – Centro, com solicitação da inclusão do nome social por escrito e documento de identificação com foto.

O posto funciona de segunda a sexta, das 8h às 17h. O postulante deve ter mais de 18 anos ou estar acompanhado dos pais ou responsáveis.

O novo Bilhete Único virá com o nome social estampado.

Felipa Benício, estudante de jornalismo em uma faculdade privada de São Paulo, conta que há 2 anos começou a fazer a transição [de gênero] e que sempre foi muito difícil ouvir seu nome de batismo.

“Poder trocar meus documentos é um direito fundamental, o primeiro foi o Bilhete Único, justamente por me oferecer essa possibilidade de forma prática, antes da mudança [do STF]…”.

O que é nome social? 

Pessoas trans habitualmente trocam seus nomes de registro por aqueles que condigam com o gênero que vivem. Desde a resolução do STF de 2018, esse público pode mudar os documentos oficiais sem precisar fazer qualquer cirurgia.

O nome social, todavia, ainda é usado por quem não conseguiu ir à justiça fazer a alteração.

Como saber se o seu Bilhete Único está ativo?

Saiba se o status do seu bilhete é ativo ou não pela internet

Teve problemas ao carregar o seu Bilhete Único? Por vezes, algo pode ter acontecido, como a danificação ou, até mesmo, o cancelamento pela SPTrans.

Para não colocar créditos em bilhetes desativados e correr o risco de perder a grana inserida, a SPTrans formulou um site para verificar se o Bilhete Único está ativo.

Na página, usuários podem conferir o que fazer caso seu bilhete esteja realmente desativado. Para acessá-la clique aqui.

Outro ponto importante é que, recentemente, a Prefeitura, por meio de decreto, encerrou o Bilhete Único Anônimo. Essa modalidade já não era mais comercializada desde 2018 e agora o poder público poderá cancelar todos os cartões sem identificação a qualquer momento.

No site também será possível verificar o tipo de bilhete que você possui. Caso não seja o bilhete identificado (que possui associação com um CPF), será necessário fazer um novo.

Esse artigo de ajudou? Confira alguns outros que podem ser úteis:

Como fazer o Bilhete Único em São Paulo

Fim do Bilhete Único Anônimo: o que muda na aquisição do Bilhete Único em São Paulo?

Se ainda tiver dúvidas, acesse a página da SPTrans no Facebook no botão abaixo ou clicando neste link

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Bilhete Único Personalizado vira a regra em SP; veja como fazer o seu

O Bilhete Único anônimo será descontinuado e usuários devem trocar pelo Personalizado.

A última portaria da SPTrans alterou bastante coisas no Bilhete Único da capital, principalmente no Vale-Transporte.

Outra mudança foi o encerramento da vida útil dos bilhetes anônimos. Essa modalidade, que não está atrelada a um CPF nem possui foto, já vinha sendo descontinuada desde o ano passado, sem novos cartões emitidos.

A novidade, porém, é o cancelamento dos cartões sem identificação, que até então ainda podiam ser carregados.

Usuários do transporte público de São Paulo devem solicitar à SPTrans o Bilhete Único Comum Personalizado, que pode ser feito pela internet gratuitamente e retirada em postos ou diretamente neles, mas esse com taxa.

A SPTrans informa que os cartões não feitos pela internet, identificados, mas sem foto, custam R$4,30 mais uma compra mínima de R$21,50.

Pela internet usuários enviam uma foto 3×4 e depois retiram gratuitamente um cartão nos postos de atendimento da SPTrans.

Acesse nosso artigo especial para aprender como solicitar seu Bilhete Único Comum Personalizado pela internet ou presencialmente.

Bilhete Único em SP tem novas regras de uso

Vale-transporte tem menos viagens que outras modalidades do Bilhete Único.

Publicado no Diário Oficial da Cidade no último dia 23, a gestão de Bruno Covas na Prefeitura de São Paulo atualizou regras do Bilhete Único. A partir dos próximos 90 dias passam a valer novos períodos de tempo e número de viagens no Vale-Transporte.

A partir de agora, essa modalidade conta com dois embarques em até três horas. Hoje são quatro embarques em duas horas.

Outra alteração foi a validade dos créditos: de cinco para um ano após a compra.

Bilhete Único anônimo

O Bilhete Único anônimo já havia sido descontinuado no ano passado, a partir do decreto, porém, os cartões ainda ativos passam a ser gradativamente desativados. Os créditos poderão ser realocados em cartões cadastrados.

Publicidade e novos meios de transporte

Buscando receitas o Bilhete Único poderá conter propaganda em seus cartões, com custeio da empresa interessada em ter sua marca atrelada ao cartão. O pagamento de outros modais de transporte, como bicicletas, patinetes, táxis e carros compartilhados também é uma possibilidade com o novo decreto.

Esse pagamento poderá, inclusive, ser feito de forma digital. O decreto também prevê a possibilidade de emissão de bilhetes virtuais, visando diminuir custos de emissão de cartões. Segundo o texto essa substituição poderá ser feita “desde que observadas a viabilidade técnica, as medidas de segurança e a eficiência necessária”.

Por fim, o decreto reafirma resolução que já existia sobre o nome social de travestis, pessoas transexuais no Bilhete Único. Anteriormente uma resolução já previa o respeito à identidade de gênero em serviços públicos.

SPTrans anuncia novas medidas para combater fraudes no Bilhete Único

A Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes e a SPTrans publicaram no último dia 30 que a partir de 1º de fevereiro o novo limite de saldo no Bilhete Único não personalizado é de R$43. Atualmente esse valor é de R$350.

O Bilhete Único não personalizado é aquele comprado em postos de venda e atendimento da SPTrans. O Bilhete Único personalizado é solicitado pela internet e possui a foto enviada previamente pelo usuário no cadastro. Retira-se presencialmente e é gratuito.

Não é a primeira medida de combate a fraudes no sistema de bilhetagem de São Paulo. No ano passado a SPTrans descontinuou o Bilhete Único anônimo, que podia ser comprado sem qualquer identificação. Por mais que hoje o personalizado não contenha foto, ele ainda é vendido mediante apresentação dos documentos de identidade, sendo válido apenas 1 por CPF.

Para saber como fazer um Bilhete Único e entender todas as regras leia nosso artigo.

SPTrans lança página para orientar estudantes sobre benefícios

Durante janeiro estão abertas as inscrições para os benefícios de estudante no transporte público de São Paulo. Todas as pessoas com vínculo em instituições de ensino, desde que nos cursos abrangidos pela regulação dos benefícios, têm direito à meia tarifa. Dependendo da renda, porém, estudantes podem ter o passe livre estudantil, gratuidade garantida por lei em 2015.

Para resolver dúvidas sobre quem tem direito à meia tarifa ou a gratuidade a SPTrans, órgão que regula o transporte público na cidade, criou uma página especial para esse momento de cadastro de benefícios.

Por lá estudantes respondem a questões que os levam ao benefício no qual tem direito. Nós testamos a ferramenta e ela é muito prática. Quem está com dúvidas apenas responde as características na qual se enquadra – renda, tipo de instituição de ensino, etc. – e recebe uma resposta com orientações para fazer seu bilhete único estudante.

Confira aqui a página especial da SPTrans para estudantes.

Nova tarifa passa a valer no trem e metrô de SP

Integração sobe e Bilhete Único Mensal ainda é vantajoso.

A partir de ontem, 13, novas tarifas passaram a valer no transporte sob trilhos da capital paulista. Anunciado pelo governador João Dória (PSDB), o aumento de 7,5% acompanha a decisão da prefeitura da cidade, que no último dia 7 estabeleceu o valor de R$4,30 para os ônibus.

Agora, trem e metrô também passam a ter a tarifa básica custando R$4,30. Com a mudança, o preço da integração – o uso de modais diferentes durante uma viagem – também se modifica. Veja abaixo como fica o preço das integrações:

Entre os dias 7 e 11 de janeiro, enquanto os ônibus custam R$4,30 e metrô e trem R$4,00, usuários da integração no transporte público pagaram uma tarifa intermediária. Os valores antes divulgados foram descontinuados em favor dos citados acima. Informações da SPTrans.

Bilhete Único Mensal e Diário

O preço dos bilhetes mensal e diário com integração subiram, mas com uma vantagem: o mensal passa a ser mais vantajoso para quem usa diariamente o transporte público e não possui nenhuma benefício, pois a diferença entre o que se paga no Bilhete Comum durante um mês e o valor total do Bilhete Mensal aumentaram em favor deste último.

Saiba mais sobre o Bilhete Único Mensal neste post atualizado sobre o tema.

Veja como solicitar a revalidação do benefício de estudante e pagar a taxa pela internet

Veja como revalidar e pagar a taxa da sua Carteira de Identificação Estudantil da forma mais prática: 

Todos os anos, alunos da capital paulista precisam revalidar sua Carteira de Identificação Estudantil, nome do Bilhete Único para estudantes, com o objetivo de continuar usando o benefício, seja a meia tarifa ou a gratuidade completa.

Peça à sua instituição de ensino que envie os dados de matrícula para a SPTrans. Acompanhe o pedido no site de estudante da instituição.

Mas preste atenção: Quem tem direito ao Passe Livre e estuda no ensino superior da rede privada e pública, e profissionalizante da rede privada precisam confirmar o número NIS, aquele dado pelo CadÚnico a pessoas de baixa renda. Insira o número na sua página de estudante no site da SPTrans.

Para verificar se você tem um NIS válido acesse o Consulta Cidadão.

Caso não tenha, procure um CadÚnico.

Uma vez aceito, pague a taxa de revalidação no valor de 7 tarifas, hoje R$30,80 que será disponibilizada por boleto. Lembre-se, também, de conseguir um selo de validação do cartão em qualquer Posto de Venda e Atendimento da SPTrans.

O benefício para estudantes poderá ser usado a partir do dia 1º de fevereiro. Veja uma publicação ilustrativa da SPTrans abaixo:

Como emitir o boleto para pagar o Bilhete Único para Estudantes?

Você não precisa imprimir nada, é moleza fazer isso pela internet! Você pode pagar com Bipay, chatbot no Facebook. Usando o Messenger no celular ou o Facebook no computador pague a revalidação por meio da conversa usando o cartão de crédito.

> Inicie uma conversa com Bipay no Facebook ou Messenger (app de mensagens no celular);

> Se ainda não tiver um cadastro na plataforma, faça usando os mesmos dados do Facebook!

> Insira o número do seu Bilhete Único;

> O sistema identificará que se trata de um Bilhete de estudante, entre os produtos do chat escolha o pagamento da taxa de revalidação;

> Cadastre seu cartão de crédito e pague! Simples e sem burocracia (:

Bipay é uma solução de chatbot da startup de mobilidade OnBoard Mobility, que busca soluções para tornar o transporte público mais prático. O serviço é homologado pela SPTrans, portanto, oferece segurança à todos os clientes.

Falar com Bipay e pagar a taxa

Lembre-se: seu benefício poderá ser usado somente a partir de fevereiro! 

Reajuste em São Paulo deixa tarifa dos ônibus em R$4,30

Valor anterior de R$4,00 foi reajustado no início de 2018, trem e metrô não estão inclusos no anúncio.

A Prefeitura de São Paulo informou no último dia 28 que o preço da passagem de ônibus será de R$4,30 a partir do dia 7 de janeiro. O valor é 30 centavos a mais e o reajuste foi de 7,5%, acima da inflação em 2018, que deve fechar em 3,69%, segundo projeção do Banco Central.

Segundo a administração pública, o reajuste acima da inflação se deve ao congelamento das passagens entre 2016 e 2017 e ao aumento inferior à inflação dado em 2018. Os três anos somam 13,06% de inflação, segundo o IPC-Fipe.

O anúncio da Prefeitura, porém, não inclui os ônibus intermunicipais, o metrô e os trens da CPTM, que são de responsabilidade do governo do estado. O ex-governador Márcio França deixou o cargo na última terça-feira (1) sem uma resposta e a nova gestão deve se manifestar em breve.

O aumento da tarifa dos ônibus mexe também com o Bilhete Único Mensal e Diário, que passam de R$194,30 para R$208,90 e R$15,30 para R$16,40, respectivamente.

Os valores da integração dos ônibus com o metrô e trem não foi divulgado. Atualmente a integração custa R$6,96.

Passageiros poderão recarregar o Bilhete Único no valor de R$4 até às 23:59 do dia 6 e utilizar suas passagens nesse valor enquanto durarem os créditos.

Para recarregar seu Bilhete Único no valor anterior com o cartão de crédito use o aplicativo mais bem resenhado da Google Play Store. Clique aqui.

Usando iOs? Baixe o aplicativo na App Store

Meia passagem estudantil no transporte público de SP: como pedir?

Saiba quem pode e como pedir a meia-tarifa para estudantes.

O direito de ir e vir é garantido em nosso país, e estudantes podem contar com uma ajuda para isso: a isenção total ou parcial da tarifa do transporte público. Já abordamos por aqui quem tem direito ao Passe Livre Estudantil em São Paulo, e neste post vamos falar sobre a meia passagem para estudantes.

Diferentemente do Passe Livre Estudantil, a meia tarifa para estudantes é universal e não se baseia em renda.

Todos os alunos da rede privada no ensino fundamental e médio, e alunos do ensino superior e tecnológico têm direito à meia. Em casos de escolas privadas, mesmo alunos bolsistas e de renda baixa não possuem direito à isenção total, só a meia-tarifa.

Cursos profissionalizantes, da rede pública e privada também dão direito à meia, mediante análise da equipe técnica da SPTrans.

Alunos do PRONATEC precisam prestar bastante atenção, pois quando recebem auxílio-transporte deixam de ter direito à meia-tarifa. Geralmente, alunos de centros educacionais como SENAC, SESI, SENAI, SESC e SENAT recebem ajuda de custo para o transporte.

Como pedir meu Bilhete Único Estudante para ter a meia-tarifa?

É importante dizer que quem mora há menos de 1 quilômetro da instituição de ensino frequentada não tem direito a meia-tarifa.

Na solicitação desse benefício o Passe Livre e meia-tarifa se aproximam. Você precisa ter seu Bilhete Único Personalizado devidamente cadastrado ou ter a Carteira de Identificação Estudantil.

Para possuí-los faça o cadastro e peça o Bilhete Único Personalizado no site da SPTrans. Enquanto isso, na instituição de ensino solicite o envio de dados da matrícula à SPTrans para a confirmação do benefício.

No mesmo portal do estudante alunos conseguem fazer sua Carteira de Identificação Estudantil, necessária para utilizar a meia-entrada. Isso acontece após aprovação dos dados da escola/universidade serem aprovados pela SPTrans. Para ativar o benefício é cobrado o valor de 7 passagens (R$30,80).

Como pagar a taxa de revalidação estudantil?

Anualmente é necessário renovar seu benefício. A taxa de renovação é no valor de 7 passagens vigentes. A tarifa é paga no boleto ou em aplicativos, com o app OnBoard e, no Facebook, pelo chatbot de mobilidade Bipay.

Quem pode ter isenção total da tarifa?

Todos os alunos da rede pública de ensino fundamental e médio têm o passe livre. Alunos do ensino superior, por sua vez, precisam compreender algumas regras.

Saiba mais em: Quem tem direito e como pedir o Passe Livre na SPTrans

Este texto foi baseado no Manual do Estudante da SPTrans.

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Quem tem direito e como pedir o Passe Livre na SPTrans

Estudantes de SP têm desconto de 50% até a gratuidade no serviço de transporte. Entenda quem tem direito ao passe livre em SP:

Na cidade de São Paulo estudantes têm direito ao Passe Livre Estudantil, iniciativa que busca democratizar o acesso ao transporte público por pessoas de baixa renda. Muitos estudantes encontram dificuldade em chegar até seus destinos, mesmo com a antiga meia-entrada. A gratuidade estimula os estudos e uma sociedade mais justa.

Por isso, conhecer quem pode e como solicitar o seu passe livre é fundamental para exercer esse direito. Você ainda não sabe tudo sobre o Passe Livre da SPTrans? Descubra no post, continue lendo!

Quem tem direito ao Passe Livre Estudantil?

Para receber o Passe Livre Estudantil em SP é necessário, em primeira instância, morar a pelo menos 1 km de distância da instituição de ensino. Compreendendo isso, têm direito à gratuidade no transporte público:

Todos os alunos do ensino médio, técnico e fundamental da rede pública, seja estadual, federal ou municipal.

Alunos do ensino superior de faculdades e universidades públicas que tenham renda média familiar de até 1 salário mínimo e meio e cadastro no CADÚNICO

O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal é fornecido pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social no município de São Paulo, por meio dos Centros de Referência de Assistência Social

Alunos do ensino superior privado, desde que:

Sejam bolsistas do ProUni;

Sejam alunos do FIES;

Integrantes do Programa Bolsa Universidade (Programa Escola da Família), com renda familiar per capita de até 1 salário mínimo e meio.

Pessoas englobadas em programas governamentais de cotas sociais com renda familiar de até 1 salário mínimo e meio por pessoa.

Alunos do fundamental, médio e técnico de instituições privadas, mesmo bolsistas, têm direito apenas a meia-entrada no transporte público. Porém, quem já recebe auxílio-transporte, como estudantes do PRONATEC, não podem receber mais esse benefício.

Como fazer o Passe Livre na SPTrans

A primeira coisa é possuir o Bilhete Único Personalizado, aquele com foto e nome no cartão. Se ainda não tem seu Bilhete Único Personalizado, entenda melhor o que é e como pedir o seu.

O Bilhete Único Personalizado é o meio hábil para adquirir a Carteira de Identificação Estudantil, emitida por entidades de representação estudantes. O Bilhete Único para estudantes é essa carteira, que será entregue no lugar do Bilhete Único Personalizado caso o cadastro do aluno seja aprovado.

Se o seu cadastro para o Bilhete Único está encaminhado no site da SPTrans, chegou a hora de pedir na sua instituição de ensino que envie os dados da matrícula à SPTrans. Esses dados definirão o direito ao passe livre ou à meia-entrada.

Após isso, espere sua Carteira de Identificação Estudantil ficar pronta! Até lá, você pode usar seu benefício de gratuidade no Bilhete Único Personalizado, caso tenha um, mediante pagamento da taxa de ativação, no valor de 7 passagens vigentes.

No site da SPTrans você acompanha o estágio de produção da sua Carteira de Identificação Estudantil. Dessa forma, verá se compensa transformar ou não o Bilhete Único Personalizado em meio de acesso ao transporte público.

O que preciso para revalidar a Carteira de Identificação Estudantil

Ainda é estudante e precisa do benefício? Você deve informar isso à SPTrans anualmente. O processo de revalidação é feito pela internet, com solicitação prorrogação para uso do benefício no site da SPTrans para cartões com até 5 anos (depois disso, é preciso fazer um novo).

Se sua carteira está em dia, ou seja, não danificada, basta pagar a taxa de revalidação. Mais uma vez, a taxa é o valor de 7 passagens. Após pagar, você pode se dirigir ao Posto ou Terminal de Ônibus da SPTrans, ou ainda, a um Posto da UMES ou UNE, e retirar o selo de validação do cartão.

Caso sua carteira esteja danificada, solicite uma nova no site da SPTrans e pague a taxa.

Você pode optar por pagar através de boleto bancário, em postos de Venda e Atendimento ou por aplicativos. Em SP o app OnBoard faz isso. O chatbot Bipay, no Facebook Messenger, é também uma opção diferente e eficiente. Todas as soluções são devidamente credenciadas pela SPTrans.

Como usar minha gratuidade?

O estudante contemplado com a gratuidade tem quatro cotas de viagem por dia. Cada cota dá direito a 2 viagens de 2 horas cada. Por dia, até 02 embarques no sistema trilho (Metrô e CPTM). Em outras palavras, ida e a volta para escola ou universidade.

É importante lembrar que o número de cotas varia de acordo com a quantidade de dias que você se desloca até a instituição de ensino. Além disso, em julho e dezembro as cotas são reduzidas e em janeiro elas não podem ser adquiridas.

Só tenho direito a 50% de isenção, e agora? 

Alunos de escolas privadas ou do ensino superior com renda superior a 1,5 salário por pessoa podem adquirir créditos na metade do valor comercializado.

Como o Bilhete Único é personalizado, esses clientes podem fazer a compra de créditos em apps de recarga do Bilhete Único, como o OnBoard, ou o chatbot Bipay, no Messenger do Facebook. 

Por fim, essa youtuber mandou bem explicando algumas diferenças entre os tipos de modal (ônibus, trem e metrô) que cada categoria de curso e instituição podem usar.

Esse texto tem como referência o Manual do Estudante da SPTrans.

Outras dúvidas podem ser solucionadas na FAQ da SPTrans.

Ou direto no Facebook na página da SPTrans. Acesse a página no botão abaixo ou clicando neste link

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Como fazer a recarga do Bilhete Único no WhatsApp?

Banco do Brasil passa a recarregar o Bilhete Único pelo WhatsApp. Saiba como usar! 

Paulistas já contam com diversas opções de compra de créditos pela internet. A mais nova delas é a recarga do Bilhete Único no WhatsApp pelo Banco do Brasil.

O chatbot do banco no aplicativo de mensagens fazia transações bancárias e tirava dúvidas dos clientes, e agora também fará a recarga do cartão de transporte de São Paulo. O convênio foi oficializado junto à SPTrans, órgão de gestão do sistema de transporte público da cidade. Desde 2016 já era possível comprar créditos nos canais do banco, como app e caixas eletrônicos.

Para fazer a recarga do Bilhete Único pelo WhatsApp, no entanto, é necessário ser correntista do Banco do Brasil. A compra é feita descontando diretamente da conta corrente.

Salve o número do banco em seus contatos, (61) 4004 0001, adicione no WhatsApp e inicie uma conversa. Utilize palavras-chave como ‘recarga bilhete único’ ou ‘bilhete único sptrans’ para que o robô identifique seu objetivo.

Após essa etapa, você deverá informar os dados de conta e, previamente, ter cadastrado seu número no banco, no caixa eletrônico ou no aplicativo. Essa última etapa autoriza transações via celular.

Recarga do Bilhete Único nas redes sociais

A recarga do Bilhete Único em São Paulo já é possível por redes sociais desde abril de 2018. No início do ano a startup OnBoard Mobility lançou o chatbot Bipay no Facebook, que faz recarga de créditos de transporte e de celular na capital. Pelo chatbot Bipay, porém, todos os usuários do transporte podem fazer a recarga, necessitando apenas de um cartão de crédito.

Conheça mais sobre o chatbot Bipay no Facebook neste artigo completo.

Ou fale com Bipay e faça a recarga do seu Bilhete Único no Messenger do Facebook! 

Se você quer inovação em suas recargas e não é correntista do Banco do Brasil, vem com Bipay!

Como fazer o Bilhete Único Personalizado em São Paulo?

Veja um passo a passo de como fazer o Bilhete Único personalizado em São Paulo!

Ter o Bilhete Único é uma ótima vantagem para quem circula por São Paulo, obtendo benefícios como a integração e mais segurança e praticidade nas viagens. Mas na capital paulista existem diferenças entre os tipos de Bilhete Único e como obtê-los.

Bilhete Único Comum Turista (cadastro simplificado)

O Bilhete Único Comum com cadastro simplificado pode ser obtidos em Postos de Venda e Atendimento da SPTrans, mediante apresentação de documento com foto e CPF e o pagamento de R$4,40 pelo cartão, mais uma compra mínima de 5 créditos no valor de R$22,00, totalizando R$26,40. Estrangeiros devem apresentar o passaporte.

Atenção! Se você ainda tem o bilhete sem identificação, ou seja, que não está vinculado a um CPF, prepare-se para a descontinuação desse modelo, conforme decreto da prefeitura.

É importante dizer que o bilhete com cadastro simplificado não permite a compra de créditos no tipo Mensal e Diário, créditos Vale-Transporte e o benefício Bilhete Amigão, que estende o tempo da integração aos finais de semana.

Atenção! Durante pandemia de Covid-19, o Posto Central só está atendendo com agendamento prévio. Os serviços que necessitam do atendimento presencial estão disponíveis para agendamento no site de atendimento digital: sptrans.com.br/atendimento.

Bilhete Único Comum Personalizado e Identificado

Nessa modalidade o Bilhete Único possui algumas diferenças. Para solicitá-lo é necessário se cadastrar no site da SPTrans, enviar uma foto 3×4 e depois retirar o cartão em um dos Postos de Venda e Atendimento da SPTrans.

O Bilhete Único Comum Personalizado se diferencia do primeiro pelo cadastro digital e a não necessidade de pagar qualquer taxa pela aquisição do cartão. Dá para comprar o Mensal e o Diário, além de carregar com créditos do tipo Vale-Transporte. 

Faça o seu bilhete com cadastrado assim que puder, pois em breve os cartões anônimos serão descontinuados pela SPTrans.

Veja abaixo como fazer o Bilhete Único Personalizado pela internet:

Acesse a página de cadastro no site da SPTrans.

Ao entrar na página de cadastro pela primeira vez você deverá informar seus dados como na imagem abaixo:

Na próxima etapa você precisa do seu CEP e mais alguns dados. Deverá também informar um e-mail para comunicações e como forma de acesso ao portal da SPTrans. Com tudo completo, vá em ‘prosseguir’.
Insira seu e-mail e clique em ‘prosseguir’!

Escolha uma senha para sua conta na SPTrans e pronto! Conta feita.

 

Nesta etapa, será necessário entrar na sua conta com o login e senha feitos anteriormente.

Clique em enviar foto.
 
Nesse momento sua foto já está no site e você precisa editá-la. Arraste a caixa de seleção até que ocupe a foto inteira e vá em ‘Salvar Foto’.

Como editar a foto corretamente e enviar à SPTrans

O primeiro passo é tirar uma foto em um fundo neutro. Pode ser uma parede branca, por exemplo – e editar a foto no tamanho desejado: 3×4. Para isso, abra a foto em um editor.

Entre os editores mais comuns em computadores temos o Paint e o Microsoft Office Picture Manager.

Você também pode digitalizar uma foto 3×4 e salvá-la no seu computador.

Por fim, com tudo pronto e enviado, você deve esperar algumas horas. As fotos são avaliadas uma a uma e pode demorar um pouquinho.

Se aprovado, basta retirar seu Bilhete em qualquer Posto de Atendimento da SPTrans.

Continue digital

Hoje existem diversas opções de recarga online do Bilhete Único, que nos ajudam a evitar as filas constantes nos postos físicos de recarga.

Com seu bilhete cadastrado em mãos e um bom app de recarga você nunca mais ficará sem saldo!

Se ainda tiver dúvidas, acesse a página da SPTrans no Facebook no botão abaixo ou clicando neste link

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Tarifas do transporte público SPTrans atualizadas aqui.

Por que fazer um Bilhete Único? Descubra as vantagens do bilhete na capital paulista!

Do Bilhete Único Amigão a recuperação de créditos em caso de perda, o Bilhete Único vale muito a pena! Conheça: 

O transporte público cresce aos poucos e, com isso, as tecnologias usadas nos meios ajudam a melhorar a experiência com os serviços. Uma das principais conquistas foi o Bilhete Único, criado em 2004 na capital paulista.

As vantagens do Bilhete Único são inúmeras, e mostram como tecnologias podem facilitar a vida dos usuários diariamente. Quer ver como? Acompanhe o post!

As principais vantagens do Bilhete Único

O Bilhete Único é famoso por sua integração, direito de todos os cidadãos de São Paulo. A integração permite até 4 viagens em no máximo 3 horas por um valor único. O custo da tarifa Comum é de R$4,40 se apenas um modal for utilizado, ou R$7,65 caso utilize-se mais de um modal (metrô + ônibus, por exemplo).

Esse último caso acontece, pois os metrôs e trens são controlados pela CPTM, do Governo do Estado, e os ônibus pela SPTrans, da Prefeitura de São Paulo.

Outra grande vantagem, exclusiva de Bilhetes Únicos Cadastrados, é a possibilidade de recuperação de créditos em casos de perda ou furto. Isso torna o Bilhete Único mais vantajoso do que o uso de dinheiro. O dinheiro pode, inclusive, estimular assaltos e demoras na cobrança durante o embarque.

Acesso prático aos sistemas de transporte

Com o Bilhete Único não é necessário comprar tickets avulsos no metrô e trem, geralmente com bilheterias lotadas. Tampouco contar moedinhas para pegar ônibus.

O cartão do Bilhete Único está integrado à aplicativos de recarga, que facilitam a compra online de créditos. Clientes podem optar por compras via cartão de crédito, boleto, cartões benefício, etc.

Além disso, alguns aplicativos mostram saldo e rotas de viagens, tornando mais eficiente a locomoção pela cidade.

Bilhete Único Amigão é um estímulo ao uso do transporte público aos finais de semana

O Bilhete Único Amigão é um presentão para curtir a cidade aos sábados e domingos. O Bilhete Único Amigão aumenta o tempo da integração para 8 horas, ainda com até 4 viagens.

Importante: para ter direito ao benefício, você precisa ter o cartão pré-carregado com um valor igual ou superior a quatro tarifas de créditos comum (R$16). Vale lembrar, também, que Vale-Transporte e cartões de estudante não valem para o Bilhete Único Amigão.

Você pode usar seu Bilhete Único em até 4 viagens por 8 horas, mas metrô e trem valem apenas para as duas primeiras horas. Na volta, você deve usar apenas ônibus, ou outra tarifa será cobrada.

Além disso, os valores da integração continuam os mesmos: apenas ônibus é R$4,40, ônibus mais metrô ou trem é R$7,65.

Viu como é vantajoso usar o Bilhete Único? Mais vantagem ainda é recarrega-lo pela internet. Com o aplicativo ONBOARD você faz isso sem taxas e sem filas, conheça mais aqui.

Atualizado em 30 de novembro de 2020. 

Isso é obrigatório.
Isso é obrigatório.

Fim do Bilhete Único Anônimo: o que muda na aquisição do Bilhete Único em São Paulo? Entenda as novidades no post!

A modalidade sem cadastro foi descontinuada, entenda as diferenças das opções que restaram!

Recentemente, a SPTrans, órgão que cuida de todo o sistema de bilhetagem da capital paulista, eliminou a venda do Bilhete Único Anônimo. Essa modalidade permitia a compra do cartão sem a necessidade de qualquer cadastro ou limite de cartões por usuário.

Dessa forma, visando diminuir a quantidade de fraudes que o sistema público de transportes da cidade recebe, agora só serão disponibilizados bilhetes mediante cadastro. Veja como ficou:

Bilhete Único Comum com cadastro simplificado

É o modelo mais fácil para turistas ou pessoas que usam pouco o transporte público. Pode ser adquirido em postos de atendimento, necessitando apenas um documento oficial com foto, CPF e a assinatura do requerente.

Para obter o Bilhete Único Comum com cadastro simplificado é necessário, também, pagar o valor de 1 tarifa de R$4,30, pelo cartão, e carregá-lo com no mínimo R$21,50, totalizando R$25,80 reais.

O ponto negativo dessa modalidade é a impossibilidade de carregá-lo com créditos Vale-Transporte ou por tempo, como o Bilhete Mensal.

Além disso, usuários do bilhete com cadastro simplificado não têm direito ao Bilhete Amigão, benefício que estende o tempo da integração para 8 horas aos finais de semana.

Bilhete Único Comum Personalizado

Diferentemente do cartão com cadastro simplificado, o Personalizado possui foto e não tem custo. 

Para adquirir um Bilhete Único Personalizado o usuário deve se registrar no site da SPTrans. Uma foto 3×4, que aparecerá no cartão, é solicitada. Você pode tirá-la do seu celular mesmo, com um fundo neutro!  

Com o cadastro aprovado, basta se dirigir a um dos postos de atendimento com documento oficial com foto em mãos e retirar o cartão.

Não há qualquer custo nesse modelo. O único porém, são as possíveis filas para retirar o cartão. Apesar do processo de cadastro e aprovação ser rápido, a retirada pode ser mais complicada.

Como fica quem tem o Bilhete Único Anônimo

Se você circula em SP com o Bilhete Único Anônimo, não se preocupe! A suspensão da venda desse cartão não inclui seu completo descontinuamento. Você poderá comprar créditos normalmente. Só lembre-se das limitações que esse modelo possui.

ATUALIZAÇÃO: Em fevereiro de 2019 a prefeitura de SP comunicou o fim do Bilhete Único Anônimo, os cartões devem ser substituídos por suas versões cadastradas o quanto antes, sob risco de perda dos créditos no bilhete anônimo.

O Bilhete Único foi criado em 2004, e de lá pra cá passou por muitas reformulações. Aqui no blog estamos sempre pensando em inovações para o transporte público, até porque somos a publicação da startup de pagamentos em mobilidade urbana, OnBoard Mobility.

Acompanhe o blog, assine a newsletter e fique por dentro de inovação e informação em mobilidade urbana na sua cidade!

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Como recarregar o Bilhete Único com Ticket Car e sair do trânsito hoje mesmo

Serviço da Ticket Log permite a compra de créditos do Bilhete Único com Ticket Car usando OnBoard

O Ticket Car é um serviço para empresas que possuem colaboradores executando tarefas fora da empresa, portanto, necessitando de deslocamentos. Muitas vezes, os funcionários precisam usar veículos próprios e, dessa maneira, a empresa é responsável pelo reembolso do que foi gasto em combustível.

Pensando nisso, a Ticket Log decidiu resolver esse problema com um cartão-benefício. Assim, retira-se a necessidade do reembolso e o colaborador recebe em mãos o que precisa para se movimentar.

Mas hoje a opção por um carro não é mais tão óbvia assim

Para ter uma ideia, segundo a Ipsos, a emissão de novas carteiras de motoristas entre pessoas de 18 a 21 anos caiu 20,61% em três anos. Foram 939 mil habilitações em 2017, contra 1,2 milhão em 2014. Ademais, apenas 27% dos homens e mulheres com até 25 anos têm o documento no Brasil.

Esses números mostram uma tendência na preferência pelo transporte público, bicicletas e carros compartilhados. As pessoas não veem mais tanto valor assim em possuir um carro.

A Ticket Log navega na tendência de menos carros nas ruas

Isso, em razão de permitir que seus clientes paguem com o benefício – tradicionalmente voltado ao pagamento de combustível – também o Bilhete Único. Agora, usuários da Ticket Log podem baixar o app OnBoard e recarregar o cartão de transporte em SP pela internet de maneira prática e o melhor: contribuindo com uma cidade mais eficiente.

A OnBoard Mobility, criadora do app OnBoard possui também um chatbot, o Bipay, no Facebook e Messenger. O chatbot faz a recarga do Bilhete Único direto do chat da página.

Caso esteja na correria, sem novos downloads e cadastros você pode comprar créditos com seu Ticket Car na rede social. Se quiser saber mais sobre Bipay, clique no link abaixo!

Além de tudo isso, é possível ainda pagar com o Ticket Car caronas compartilhadas e, em breve, bicicletas e táxis. É o futuro da mobilidade urbana batendo na porta de empresas e trabalhadores.

Serviços disponíveis

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Calculadora do Bilhete Único Mensal: saiba quando compensa usar esse modelo de passagens!

Use nossa calculadora do Bilhete Único Mensal e saiba se esse modelo compensa para você!

Usa o transporte público em São Paulo? Comprar o Bilhete Único Mensal pode ser uma boa alternativa para economizar em suas viagens diárias. O Mensal funciona como um único pagamento, para 31 dias, com até 10 viagens ao dia.

Mas, para ter certeza de que o Bilhete Único Mensal compensa para o seu tipo de consumo do transporte público, é necessário por na ponta do lápis e comparar os gastos entre comprar créditos comuns e o por mês.

Para facilitar isso, desenvolvemos a calculadora do Bilhete Único Mensal. É um instrumento que facilita a visualização das contas. Porém, preste atenção: a calculadora dá uma média, sendo assim, pense bem na sua rotina para fazer sua avaliação final sobre adotar ou não o modelo.

Para saber mais sobre o Bilhete Único Mensal, acesse nosso artigo completo.

Essa calculadora foi útil para você? Nos diga o que achou dela nos comentários abaixo.

Sem emprego? Veja como solicitar o Bilhete Especial do Desempregado

Apesar do Bilhete Único Desempregado não ter saído do papel, existem outros benefícios.

O Bilhete Único Desempregado, anunciado na gestão do ex-prefeito Fernando Haddad jamais saiu do papel, apesar de muito bem visto por toda a população ao ser anunciado em 2016.

Como era ano eleitoral, a gestão Haddad não poderia conceder tal benefício, pois isso fere regras eleitorais. Sendo assim, a nova gestão engavetou o projeto até segunda ordem, e o Bilhete Único Desempregado, que deveria conceder passagens gratuitas por um determinado período de tempo para quem mais precisa, ainda não aconteceu.

Apesar disso, existem outros benefícios na cidade de São Paulo em paralelo ao Bilhete Único Desempregado, como a gratuidade em viagens de metrô e trem, o chamado “Bilhete Especial do Desempregado”. Reparem na falta do “Único”, pois essa modalidade não permite integração com ônibus, por exemplo.

Abaixo, confira quem tem direito e o que precisa para solicitar o seu!

Quem tem direito ao Bilhete Especial do Desempregado

A primeira regra é que o solicitante precisa estar desempregado por um período mínimo de um mês e máximo de seis meses, e ter trabalhado por seis meses no último emprego com carteira assinada.

O benefício é válido por 90 dias, e consiste em um passe especial que deve ser usado nas estações. Por fim, sempre que solicitado, o usuário deve apresentar sua carteira de trabalho, pois o benefício é intransferível. A ausência da carteira pode levar ao cancelamento do bilhete.

Como solicitar

Para pedir o seu, basta comparecer ir às estações Marechal Deodoro (Metrô) ou Barra Funda (CPTM), de segunda à sexta-feira, das 8h às 16h.

Os documentos para solicitar o Bilhete Especial do Desempregado são:

  • RG original;
  • CPF original;
  • Carteira de Trabalho;
  • Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho.

Este mês estamos abordando vários direitos dos usuários do transporte público em SP. Já falamos do Bilhete Único Especial e como solicitá-lo, confira aqui.

Precisa usar o Bilhete Único? Confira todas as vantagens desse cartão neste post.

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Bilhete Único Especial: tudo o que precisa saber para pedir o seu

Idosos, deficientes, gestantes e obesos possuem benefícios no transporte público em SP.  

Na cidade de São Paulo existe o Bilhete Único Especial, que concede desde o direito a descer pela porta da frente dos ônibus até a gratuidade em viagens.

Essas modalidades especiais do Bilhete Único incluem as versões para idosos, deficientes, gestantes e obesos. Abaixo, confira tudo o que precisa saber sobre eles e como solicitar se for o seu caso.

Os benefícios do Bilhete Único Especial

Gestantes e Obesos

Os tipos Gestante e Obesos não concedem gratuidade no transporte, mas permitem que mulheres grávidas e pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 39,9 desembarquem pela porta da frente dos ônibus.

Com isso, há a diminuição de transtornos causados pelas catracas e o transporte público se torna mais acessível.

Gestantes precisam comparecer a um dos Postos de Atendimento  com:

  • Documento de identificação com foto (original e cópia);
  • Comprovante de endereço recente;
  • Laudo atestando o período de gestação.

Pessoas obesas devem apresentar os mesmos documentos que gestantes, com exceção do laudo médico. O IMC é calculado na hora por funcionários do posto (divisão do peso pela altura ao quadrado).

Idosos e pessoas com deficiência

O Bilhete Único Idoso é um direito de todas as pessoas acima dos 60 anos residentes em na Região Metropolitana de São Paulo e, também, em Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista e Jundiaí. O benefício garante gratuidade em todos os modais disponíveis na cidade; trem, ônibus e metrô.

É necessário comprovar residência nesses locais, enviando a documentação por correio (CEP:01014-970 Caixa Postal 77075) ou indo até um dos postos de atendimento de gratuidade, localizados nas subprefeituras.

Os documentos solicitados são:

  • Documento pessoal com foto (cópia simples);
  • CPF (cópia simples);
  • Comprovante de residência de no máximo 6 meses (cópia simples);
  • 1 foto 3×4 recente;

Além disso, será solicitado um telefone para contato e e-mail, este último não obrigatório. Até 3 meses antes de completar 60 anos é possível pedir o Bilhete Único Especial Idoso.

Por fim, pessoas com deficiência, devidamente diagnosticados e com um código CID (código internacional de doenças), também têm gratuidade no transporte público na capital paulista.

Para solicitar, faça um cadastro no site da SPTrans, gere um relatório médico e leve para seu médico, também cadastrado na plataforma.

Sobre a etapa realizada no site da SPTrans a instituição informa no Manual de orientações aos solicitantes 3 observações importantes:

1º Sem o preenchimento de todos os dados assinalados no cadastro pelo site, não é possível imprimir os formulários.
2º O Relatório Médico não deve conter rasuras, pois elas inutilizam o mesmo. Se ocorrer rasuras durante o preenchimento, o relatório deverá ser cancelado e será necessária a impressão de um novo formulário.
3º Depois que estiver com o Relatório Médico devidamente preenchido e sem rasuras, o solicitante deverá ficar atento, pois este documento tem prazo de validade

Com o relatório assinado em mãos, vá até um Posto de Atendimento em dias úteis, das 8h às 16h com os seguintes documentos:

  • Documento pessoal com foto (original e cópia);
  • Comprovante de endereço de no máximo de 6 meses com CEP (original e cópia);
  • Relatório do médico válido por 90 dias;

Nem todas as deficiências, porém, cobrem a gratuidade no transporte público. Alguns casos possuem gratuidade, mas não estendem o benefício a um acompanhante.

Para ver se o código CID em que fará a inscrição na SPTrans está nas deficiências aceitas e se dá direito ao acompanhante acesse a tabela a partir da página 10 desse documento oficial.

Meu pedido foi indeferido, e agora?

O solicitante não tem o direito ao benefício quando o CID informado não consta no Anexo I da Portaria Intersecretarial SMT/SMS 001/11, ou, caso o CID conste no Anexo I, as limitações e comprometimentos não atendem ao exigido em legislação.

Nos casos em que a solicitação é indeferida, o usuário possui um prazo de 60 dias para realizar o pedido de revisão do indeferimento por meio da Reconsideração de Ato (RA).

Após a auditoria médica, se o usuário não solicitou a RA, ele somente poderá apresentar uma nova solicitação para a mesma patologia se apresentar laudo de exames recentes.

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Esses benefícios tornam o transporte público mais democrático e são direitos da população que devem ser desfrutados.

Se você se encaixa em alguma das categorias siga o passo a passo e solicite seu Bilhete Único Especial. Não se esqueça de contar pra gente como foi sua experiência!

Depois de pedir seu Bilhete, nos casos em que ainda precisa pagar a passagem, como gestante e obesos, economize tempo e recarregue seu Bilhete Único pela internet com um aplicativo sem taxas, veja como.

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Atenção! Em decorrência do estado atual de pandemia, por motivos excepcionais e de segurança, o atendimento presencial está suspenso por tempo indeterminado.

Para a conclusão de alguns serviços, será necessário agendar atendimento para o Posto Central da SPTrans. Clique aqui para agendar.

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