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Juiz suspende determinação que alterava gratuidade de idosos em SP

Determinação que retirava a gratuidade de idosos com menos de 65 anos é revogada a pedido do Sindicato de Aposentados, Pensionistas e Idosos

Nesta última quinta-feira, 07 de janeiro de 2021, o juízo da 3ª Vara da Fazenda Pública Central de São Paulo concedeu liminar suspendendo a determinação que retirava a gratuidade de idosos entre 60 e 65 anos. A decisão foi tomada a pedido do Sindnap (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical).  

O decreto que suspendia a gratuidade para idosos com menos de 65 anos havia sido publicado pelo governo do estado de São Paulo, chefiado por João Doria (PSDB) ao lado de Bruno Covas. Para suspender essa gratuidade no transporte público sob gestão da prefeitura, Covas revogou uma lei de 2013 que garantia a isenção de pagamento da tarifa em ônibus municipais e intermunicipais, metrô e trens da CPTM.

Essa determinação foi muito criticada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Segundo Rafael Calabria, especialista de mobilidade urbana do Idec e membro do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito de São Paulo (CMTT), a medida deveria provocar perda de usuários do transporte público, trazendo um sério impacto social. 

Dessa forma, ao analisar a matéria, o juiz Luis Manuel Fonseca Pires entendeu que o governo “extrapola sua atribuição na medida em que retira comando expresso na legislação ordinária”. Ou seja, o Poder Executivo não pode ultrapassar as determinações do Poder Legislativo, o que é explícito no artigo 2º da Constituição Federal.

Isso é obrigatório.
Isso é obrigatório.

Mudanças na Zona Azul de SP a partir de 17/11

Estacionamento rotativo de São Paulo passará a ser administrada por empresa privada que promete melhorias na gestão das vagas na cidade

Foto: Felipe Gabriel/Folhapress

A Zona Azul de São Paulo passará a ser administrada pela empresa privada Estapar. O processo de concessão começou em janeiro de 2019 e, a partir do dia 17 de novembro de 2020, a empresa vai assumir a gestão do estacionamento rotativo. O contrato da concessão foi assinado em maio deste ano e valerá por 15 anos.

Para os clientes, a promessa é de um serviço mais moderno sem aumento do valor da tarifa. Além disso, os 13 aplicativos que estão credenciados para vender o CAD (Cartão Azul Digital) continuarão operando até fevereiro. Após a mudança, a aquisição eletrônica dos CADs será exclusiva do aplicativo da Estapar, com cartão de crédito.

“Atualmente existem cerca de 43 mil vagas e a partir do dia 17 isso vai para 51 mil vagas, todas mapeadas digitalmente.”

comenta Fernando Zillo, diretor executivo da Estapar, em entrevista ao Bom Dia SP. 

A mudança permitirá o monitoramento em tempo real e funcionará como um guia online para motoristas. Ao inserir o endereço de destino, o aplicativo exibirá um mapa com ruas verdes (caso mais da metade das vagas estejam disponíveis), ruas amarelas (50 a 80% de ocupação) ou ruas vermelhas (mais de 80% de vagas ocupadas).

A proposta permitirá o planejamento de onde estacionar nas ruas de São Paulo. De acordo com o Jornal Bom Dia SP, as regiões Centro e Zona Leste compreendem mais da metade das zonas azuis, 28% ambas, compreendendo 56%, seguido da zona Oeste (24%), Zona Sul (17%) e Zona Norte (3%).

A proposta de digitalização do sistema vem por meio de dados que indicam que mais da metade das pessoas que param em Zona Azul não respeitam o tempo limite, extrapolando devido a falha na fiscalização. Assim, com essa proposta, a fiscalização será mais efetiva, rotacionando uma maior quantidade de vagas do que atualmente.

Segundo nota enviada pela prefeitura paulistana, com o novo contrato, a concessionária “deverá modernizar o sistema com o emprego de tecnologias de identificação automatizada de uso das vagas; os serviços de aquisição de Cartão Zona Azul Digital e de informação ao usuário sobre vagas disponíveis para estacionamento em tempo real na cidade; e diversificar os meios de pagamento para o usuário”.

No entanto, a concessão da Zona Azul não é um consenso entre especialistas da área. De acordo com estudo Cidade Estacionada, São Paulo pode perder até R$1 bilhão durante a duração do contrato, em comparação ao que poderia ganhar se continuasse a gerir o sistema com algumas alterações, além de permanecer com a autonomia da gestão. 

O que Marina Helou pretende para a mobilidade de SP?

Em entrevista à Redação do Agora é Simples, candidata de São Paulo, Marina Helou, explica mais sobre suas propostas para a mobilidade urbana da cidade

Foto: Agência Alesp.

São Paulo está entre as cidades mais populosas do mundo. Dentre um crescimento exacerbado ao longos dos anos, priorização do transporte privado e constantes evacuações de passageiros do transporte público, o setor vem enfrentando constantes crises.

Com vistas a contribuir para o debate qualificado sobre mobilidade e transportes, a Redação Agora é Simples analisou as propostas de melhorias para o transporte público de candidatos e candidatas às eleições de 2020 em São Paulo e traz agora, em primeira mão, uma entrevista com a candidata Marina Helou, do partido Rede Sustentabilidade.

Ao analisar ainda mais São Paulo, percebe-se que o deslocamento não é uma tarefa simples. Além disso, as pessoas mais impactadas são as que já se encontram em situação de vulnerabilidade, desigualdade social e, em sua maioria, moradores de áreas adensadas e periféricas que necessitam se deslocar diariamente entre casa e trabalho.

“Esse é um dos aspectos que trataremos com grande ênfase, de forma transparente e participativa: a definição de tarifa que corresponda e seja adequada à capacidade de pagamento do usuário sem comprometer a qualidade dos serviços e os investimentos necessários à manutenção e modernização do sistema.”

– Marina Helou.

Entre as medidas apontadas no plano de governo de Marina, há um cronograma para implementação das ações a curto, médio e longo prazo, na qual detalhou em entrevista à Redação. A curto prazo, a candidata pretende fazer mudanças no Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT); criação do Fórum do Transporte Sustentável da Cidade de São Paulo; wi-fi em todos os veículos

Partindo para o médio prazo, a candidata propõe trabalhar a melhoria nos pontos de ônibus; implantação da “onda verde”nos corredores de ônibus; implantação de mecanismos e dispositivos tecnológicos de rastreamento e acompanhamento do desempenho das linhas; antecipação dos prazos para adoção de motores mais limpos (transição tecnológica).

Por fim, a longo prazo, a candidata pretende dar continuidade na modernização dos motores mais limpos e menos poluente. Aliado a isso, perguntamos à Marina sobre as estratégias para qualificação do transporte público e sua imprensa nos informou pontos importantes a serem considerados, como:

  • Ampliar os canais de participação e controle social da política municipal de transporte, como o fortalecimento e transformação do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT) em órgão deliberativo, e ampliando a representatividade da sociedade (50% dos assentos), garantindo maior transparência e visibilidade à sua atuação;
  • Criar o Fórum do Transporte Sustentável da Cidade de São Paulo como órgão consultivo e de assessoramento; 
  • Implementar mecanismos e dispositivos tecnológicos em favor do usuário do transporte público, que monitorem e apresentem dados referentes ao tempo, frequência e lotação das linhas;
  • Implementar e modernizar todos os pontos de parada (dando conforto e segurança aos usuários);
  • Antecipar os prazos previstos nos contratos e no processo de concessão para a adoção de motores mais limpos (transição tecnológica de ônibus movidos a combustível fóssil para veículos que utilizem fontes renováveis e sustentáveis de energia);
  • Implantar wi-fi gratuito em todos os veículos;
  • Melhorar do sistema de semáforos nos corredores de ônibus, implementando a “onda verde”(priorizando o transporte coletivo em seu deslocamento).

Marina prevê que a melhoria em infraestrutura, qualidade do transporte público e investimentos em tecnologia possam garantir menores custos operacionais do sistema, além de recursos provenientes de outras políticas públicas que podem auxiliar a sustentação de sua proposta.

“Nossa proposta de governo prevê a reavaliação da tarifa e a definição participativa do orçamento municipal. Também há outras possibilidades [de recursos], como os obtidos pela Zona Azul, a exploração de espaços publicitários nos veículos, pontos de ônibus e locais estratégicos pela cidade, com respeito à Lei Cidade Limpa, cujos recursos podem ser revertidos à melhoria do sistema.”

– nos conta a candidata.

Dentre as possibilidade de recursos visados por Marina, dois deles deixaram parcialmente de ser do município. A Hora Park, do grupo Estapar, venceu a licitação para se tornar a gestora da Zona Azul de São Paulo pelos próximos 15 anos, além da exploração dos espaços publicitários ter sido concedida para a empresa Ótima até 2037.

Nesse sentido, a candidata também pretende implementar a “Tarifa Social”, nos moldes das tarifas de água e energia, principalmente voltado para população em situação de vulnerabilidade e outros segmentos. Esta definição será feita considerando as contribuições dos segmentos interessados e envolvidos (usuários, concessionárias, poder público) através dos canais de participação e de controle social com objetivo de reduzir o valor da tarifa para determinados públicos.

Em seu plano de governo, há ainda citação do conceito de “Paris em 15 minutos”, estratégias que a prefeita Anne Hidalgo tem tomado na capital francesa para incentivar o uso da mobilidade ativa e transporte público em detrimento do transporte individual motorizado. De acordo com Marina, “Essa proposta visa priorizar o pedestre e estabelecer diretrizes e estratégias de incentivo à diversificação das modalidade de deslocamento e incentivo à mobilidade ativa nas cidades.”

“Para que [o deslocamento] ocorra de maneira adequada e segura, as propostas das cidades de 15 minutos preveem a reforma de passeios e calçadas, priorizando as áreas no entorno das estações de trem e metrô e de terminais de ônibus, bem como nos centros de bairro e áreas de maior fluxo de pessoas (ruas comerciais)”. De acordo com a candidata, isso pressupõe o alargamento das calçadas e consequente redução do leito carroçável.

“Além disso, propomos ações públicas que garantam a existência de serviços e comércio próximo ao local de moradia, reduzindo a necessidade de as pessoas se deslocarem para buscar atendimento de suas demandas e/ou necessidades em outras regiões. Ou seja, que estes serviços, bens e produtos estejam ofertados nas proximidades – a, no máximo, 15 minutos.”

– Marina Helou.

Também há propostas para expansão da malha cicloviária, integrada e articulada com o sistema de transporte público coletivo (inter-regional) e com equipamentos públicos importantes (intrarregional).

Para essa integração e articulação entre os meios de transporte, a candidata prevê o incentivo à uma gestão transparente com diálogos metropolitanos, não apenas na questão de mobilidade, mas também em todos os assuntos que interligam o tema. Além ainda de reforçar a importância do transporte sobre trilhos, pois, segundo Marina, “são mais adequados para percorrer grandes distâncias e comportar grande contingente de usuários”.

A integração entre diversos modais também envolve a reestruturação do sistema de transporte existente hoje. Para isso, Marina prevê a implementação de linhas específicas para circulação de VLT (Veículos Leves sobre Trilhos) nas áreas centrais da cidade (juntamente com a implantação de áreas prioritárias para pedestres) e em centros comerciais e de bairro.

Em seu plano de governo, a candidata apoia a modernização e transição ecológica da frota, a qual já faz parte da legislação municipal, especificamente da Política Municipal de Mudanças Climáticas, e é obrigatória nos contratos de concessão.

No entanto, Marina conta que “devido a existência de prazos longos, nossa proposta visa antecipar estes prazos, gerando impactos positivos na saúde da população paulistana ao reduzir as emissões e, portanto, os episódios críticos de qualidade do ar. Estes impactos positivos também ocorrerão na área da saúde, reduzindo custos de atendimento e internação por doenças respiratórias e cardiovasculares.”

Saiba mais sobre o plano de governo de Marina e outros candidatos em agoraesimples.com.br/eleicoes.

Isso é obrigatório.
Isso é obrigatório.

Lotação é impedimento para retomada do uso do ônibus em SP, aponta pesquisa

Enquanto ônibus, trem e metrô perdem preferência, uso de transporte individual aumenta, mas acesso é limitado para as classes mais baixas

Foto: Carlos Alberto Silva.

A Rede Nossa São Paulo, organização da sociedade civil, divulgou nesta quinta-feira, 15 de outubro, a pesquisa “Viver em São Paulo: Mobilidade Urbana”. Em parceria com o Ibope Inteligência, a pesquisa tem como objetivo identificar as tendências de deslocamentos da população de São Paulo para auxílio na elaboração de políticas públicas.

Numa análise temporal, o tempo médio gasto por deslocamento dos paulistanos diminuiu 14 minutos comparado ao ano anterior. Vale ressaltar que a diferença entre o tempo gasto de pessoas que utilizam carro todos os dias e daqueles que utilizam transporte público é de apenas 25 minutos, diferença pequena imposta principalmente devido ao congestionamento existente na grande São Paulo.

Em meio à pandemia de Covid-19, a pesquisa aponta que 35% dos paulistanos não estão saindo de casa para realizar atividades principais do dia-a-dia, o que envolve trabalho e estudo. Isso se deve ao fato de que mais de um terço das pessoas estão trabalhando ou estudando em casa devido ao isolamento social imposto pela pandemia.

Contudo, essa proporção difere ao analisarmos a situação econômica dos entrevistados, indicando que quanto maior a renda e escolaridade, menos as pessoas saem de casa. Como consequência desse cenário, mesmo ainda sendo o meio de transporte mais utilizado, a queda no uso dos ônibus é notória, de 47% das viagens em 2019 para 35% agora. Enquanto isso, viagens a pé e por carro aumentaram. 

Fonte: Pesquisa “Viver em São Paulo: Mobilidade Urbana” (2020).

É a primeira vez, desde o início da série histórica em 2017, que mais pessoas andam de transporte individual (carros próprios e sob demanda, táxis, bicicletas e a pé), do que transporte público (trem, metrô e ônibus) 

Tratando dos motivos que levam a escolher outro modal, o medo de contrair o novo coronavírus aparece como fator preponderante, logo atrás estão a possibilidade de usar o carro e encontrar veículos de transporte público lotados. 

Fonte: Pesquisa “Viver em São Paulo: Mobilidade Urbana” (2020).

Entre as pessoas entrevistadas que utilizam o transporte público 5 dias na semana ou mais, destacam-se as que compreendem classes DE (30%), regiões Leste (26%) e Norte (25%). Conjuntamente, os grupos que mais citam lotação como um problema atual são grupos da classe DE (37%) e da Região Sul (35%).

Além disso, realizando uma análise para o pós pandemia, o medo de andar de transporte público continua. Os principais pontos citados no levantamento que justificam a preocupação são os ônibus continuarem superlotados, haver aumento no valor da tarifa de transporte, congestionamentos e aumento no preço da gasolina.

Considerando as atividades de lazer, grande parte da população deixou de utilizar o transporte público como modo de locomoção para esse fim. O motivo disso é principalmente o valor da tarifa de ônibus.

A preferência pelo uso do carro também diminuiu

Embora tenha aumentado os deslocamentos por carro em 2020, o uso diário deste meio está menos frequente em comparação com o ano anterior. Em relação ao ano anterior, a frequência do automóvel caiu de 31 para 28%. Nota-se ainda que o uso é menor quanto menor for a classe social, a renda e a escolaridade.

Por outro lado, deslocamentos a pé tiveram aumento de 7%, entre viagens diárias até corriqueiras, e bicicletas tiveram aumento de 3% na cidade. 

Fonte: Pesquisa “Viver em São Paulo: Mobilidade Urbana” (2020).

A região Sul foi a que mais se destacou na diminuição do uso do carro, com queda de 18 pontos percentuais. A região Sul apresenta renda média mensal 25% menor do que a média da cidade e, de acordo com dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em setembro houve uma variação de 0,98% nos preços para população mais pobre, enquanto para a classe mais rica, apenas 0,29%.

Esses dados reforçam o impacto da pandemia na classe mais baixa da população. A metade mais pobre da população brasileira perdeu 27,9% de sua renda, enquanto os 10% mais ricos perderam 17,5%. Com isso, a classe mais atingida teve que tomar providências, vendendo ou deixando de usar o automóvel.

Porém, dos entrevistados que já utilizavam o carro antes da pandemia, a pesquisa indicou aumento na frequência de uso, sendo que a pandemia foi a grande impulsionadora. O perfil das pessoas que relataram esse aumento se encontra na faixa de 16 a 44 anos e moradores da região Leste de São Paulo.

Em contrapartida, essas pessoas que não deixaram de andar de carro na cidade de São Paulo deixaria de utilizá-lo caso houvesse uma boa alternativa de transporte público. Para isso, as melhorias que deveriam haver no transporte para chamar atenção destes seriam principalmente melhorias na ventilação (para diminuir o risco de contágio do coronavírus) e das condições físicas do transporte.

Confira a pesquisa completa “Viver em São Paulo: Mobilidade Urbana

Descubra os 4 bairros com melhor mobilidade em SP

Um panorama sobre um dos aspectos mais importantes para quem deseja morar bem na capital paulista

Entre tantos fatores determinantes para se definir o que é bem-estar em uma cidade com o porte de São Paulo (como segurança, fácil acesso a serviços essenciais e hospitalidade), um ponto que acaba se destacando bastante – até mesmo pelo tamanho e pela complexidade da região – é a mobilidade urbana.

Seja pelo tráfego elevado na maioria das vias principais ou simplesmente pela ausência ou baixa fluência de transporte público em algumas localidades, o paulistano demora em média 1 hora e 47 minutos em seu trajeto de ida e volta todos os dias, segundo uma pesquisa realizada pelo Ibope/Rede Nossa São Paulo. Confira alguns bairros que são destaque por sua mobilidade!

1. Centro

Todo mundo que escreve “apartamento a venda sp” em seu mecanismo de busca favorito acaba procurando inicialmente oportunidades na região central da cidade. Isso certamente se deve ao fato de que a cidade possui ao todo quatro regiões (norte, sul, leste e oeste) e a partir do centro é possível chegar com facilidade em todas elas.

Composto por uma série de logradouros, o centro de São Paulo compreende bairros como Bela Vista, Liberdade, Sé, Consolação, Luz e Campos Elíseos, todos com um grau alto de mobilidade devido aos diversos terminais de ônibus, linhas de metrô e vias expressas que cruzam a região. 

2. Vila Mariana

Um dos melhores bairros para se morar em São Paulo, não só em termos de mobilidade mas também no que diz respeito a infraestrutura e fácil acesso a supermercados, farmácias, escolas e hospitais, a Vila Mariana tem um jeitinho de bairro do interior muito visado por quem busca morar com tranquilidade em uma cidade com ritmo agitado com a capital paulista.

Além do fácil acesso à região central por meio de vias como a Rua Vergueiro e a Avenida 23 de Maio, o bairro também conta com duas estações de metrô e muitas opções de ônibus que levam seus residentes para as diversas regiões da cidade.

3. Perdizes

A tranquilidade de se morar em um bairro tradicional como Perdizes se deve a inúmeros fatores. Entre eles, o fato de ser uma região já estabelecida há muito tempo e portanto, rica em qualidade de vida, serviços essenciais e segurança. 

Suas charmosas e arborizadas ruas possuem fácil acesso não só a parte das melhores instituições de ensino e hospitais da Zona Oeste como também a algumas das principais vias da cidade, ligando o bairro a praticamente todos os pontos de interesse da capital. FIcam próximos do bairro as estações Barra Funda e Marechal Deodoro, as avenidas Sumaré e Francisco Matarazzo, e também o estádio Allianz Parque, casa da Sociedade Esportiva Palmeiras.

4. Pinheiros

O bairro mais antigo de São Paulo (com quase 500 anos de história) possui uma localização estratégica desde a época em que praticamente não existiam ruas. Isso se deve ao fato de que a região foi um entreposto entre o centro da cidade e o interior do estado por muitos anos, tornando-se rota obrigatória para aqueles que faziam negócio.

Hoje o posicionamento privilegiado da região de Pinheiros se dá pela proximidade com diversos perfis da cidade, como a boêmia Vila Madalena, a nobre região dos Jardins e a progressista Vila Olímpia, bairro repleto de grandes oportunidades profissionais. O bairro conta com dezenas de pontos de ônibus, duas linhas de trem e três de metrô, além de fácil acesso à região sul da cidade pela Avenida Brigadeiro Faria Lima e ao centro da cidade pela Avenida Rebouças. 

5. Poderiam entrar na lista!

Outros bairros famosos também por sua mobilidade são Jardins, Paraíso, Santana, Sumaré, Brás, Cambuci e Ipiranga. Não deixe de incluí-los em sua próxima pesquisa e boa sorte em sua jornada na busca pelo lugar ideal para se morar em São Paulo!

SPTrans divulga programação dos ônibus durante carnaval

Site contém informações sobre desvios em decorrência de blocos carnavalescos

A SPTrans, administradora do sistema de ônibus da capital paulista, divulgou a página especial do carnaval da cidade, com informações sobre alterações no itinerário das linhas de ônibus.

Nos dias de folia clientes do transporte público deverão consultar a página para saber sobre mudanças ou até cancelamentos de linhas.

No site a SPTrans informa ainda que as linhas que não atendem aos sábados em dias normais, também não irão circular na segunda, 24.

Para acessar as informações, basta digitar o nome ou o nº da linha.

Entenda a polêmica entre patinetes e Prefeitura de SP

Prefeitura de São Paulo confisca patinetes e inicia ‘queda de braço’ com o novo modal

Na última quarta feira, 29, imagens de trabalhadores à serviço da Prefeitura se espalharam pelas redes: eles recolhiam patinetes elétricos da empresa GROW, dona das marcas Grin e Yellow, pela cidade de São Paulo. Cerca de 557 patinetes foram recolhidos no primeiro dia, sob alegação de estarem irregulares.

A Prefeitura, sob a gestão de Bruno Covas (PSDB) publicou um decreto duas semanas antes das apreensões que regulamentava o uso de patinetes elétricos na cidade, entre as obrigações o cadastro das empresas junto à Prefeitura.

Para as empresas, os pontos do decreto dizem ser obrigatório:

  • Promoção de campanhas educativas sobre o uso correto dos equipamentos;
  • Pontos de locação fixos e móveis que poderão ser identificações por aplicativos ou sites;
  • Recolher os equipamentos estacionados irregularmente;
  • Manter os dados dos usuários confidencialmente;
  • Fornecer os dados dos usuários aos órgãos municipais ou de segurança pública, caso sejam solicitados;
  • Informar à SMMT, mensalmente, o número de acidentes registrados no sistema.
  • Fornecer os equipamentos necessários para segurança dos usuários, inclusive capacete, certificados pelo Inmetro.

Esse último ponto é um dos mais polêmicos e motivo de desagravo para a GROW.

Segundo João Sabino, Chefe de Relações Públicas da empresa, “o decreto 58.750/19 contém algumas regras ilegais, desproporcionais e ineficientes para o serviço. A obrigatoriedade do capacete não tem eficácia comprovada e desestimula a utilização dos modais. Obrigações como essa prejudicaram severamente os sistemas de bike/scooter sharing em Seattle e na Austrália, por exemplo”. 

Para o poder público o uso do capacete visa diminuir os acidentes, sem dados consolidados sobre o tema, desde o lançamento dos serviços matérias pipocam na mídia sobre acidentes envolvendo patinetes. No Rio de Janeiro, por exemplo, dois hospitais próximos a orla – bastante frequentada por patinetes – registraram 50 acidentes entre janeiro e abril, incluindo fraturas.

O regulamento da Prefeitura também estipula regras para os usuários, como:

  • Circulação proibida em calçadas;
  • Velocidade máxima de 20 km/h em ciclovias e ciclofaixas;
  • Circulação permitida em ruas com velocidade máxima de até 40 km/h;
  • Uso com mais de uma pessoa ou entrega de mercadorias;
  • Capacete obrigatório.

A multa varia entre R$100 a R$20 mil e serão aplicados às empresas. Eventualmente, as prestadoras podem repassar a multa aos consumidores, ao modelo do que ocorre no mercado de aluguel de carros.

O que dizem as empresas

Além do posicionamento do João Sabino, da GROW, o mercado de patinetes, que incluem outras empresas ainda não prestadoras em São Paulo, acredita que a regulação foi um desincentivo à inovação na cidade.

A Scoo, pleitante nas operações paulistanas, questiona a proibição da entrega de encomendas pelos patinetes. Sua estratégia de negócio busca parcerias com empresas de delivery.

A GROW afirma que a resolução Contran – Conselho Nacional de Trânsito – é suficiente e que opera sob suas regras. Segundo o Contran, por exemplo, não são necessários os capacetes.

A resolução que a Grow se refere é de 2013 e diz respeito a qualquer veículo motorizado. O texto, porém, dá espaço para regulações específicas em cada cidade.

Por meio de nota, a GROW avalia que alguns pontos do decreto são positivos, mas que existem soluções melhores, entre elas a educação dos consumidores sobre as regras de trânsito. A empresa sugere ainda o bloqueio de usuários que cometam irregularidades.

“Desta forma ampliamos a educação do usuário e evitamos uma nova indústria da multa. A terceirização da multa para as empresas de aplicativo é ineficaz e coloca em risco a oferta de micromobilidade não só de patinetes como de outros modais na cidade.”

O posicionamento da Prefeitura

Em evento sobre mobilidade realizado no fim de semana o prefeito Bruno Covas afirmou que “nenhuma empresa está acima da lei”. 

Para o prefeito, as empresas interessadas poderão se cadastrar na Prefeitura e operar normalmente “não sou contra a inovação, mas não vamos abrir mão de garantir a segurança da pessoas”

Qual a opinião de vocês? Deixe nos comentários!

Mudanças em Congonhas afetam Uber e favorecem táxis

A Prefeitura de São Paulo promoveu mudanças no sistema de embarque e desembarque do aeroporto internacional de Congonhas. Na última sexta, 15, motoristas de carros por aplicativo foram obrigados a pegar passageiros no piso inferior e realizar o desembarque no piso superior.

Além disso, a chegada até o terminal ocorre em uma única faixa de acesso na Avenida Washington Luiz.

Os táxis, por sua vez, podem embarcar e desembarcar no piso superior. Possuem também 5 vagas na saída do aeroporto, deixando-os bastante visíveis aos passageiros.

Segundo reportagem da Folha, que obteve informações com a Uber Brasil, a espera por um carro da empresa no aeroporto subiu 300%. Muitos motoristas estão orientando seus passageiros a atravessarem a Avenida Washington Luiz.

Buscamos no Google Mapas no domingo, 17, à noite a situação do trânsito, na intenção de encontrá-lo mais ameno pelo dia da semana. Contudo, ainda assim existe lentidão no acesso ao aeroporto.

Há pontos de lentidão em até 500 metros do desembarque.

A mesma reportagem da Folha citada anteriormente fala de 4,5km de lentidão na sexta, dia bastante movimentado na capital paulista.

A gestão de Bruno Covas na prefeitura se justifica dizendo que a mudança busca diminuir a lentidão em acessos pelas avenidas 23 de Maio, Moreira Guimarães e Washington Luís.

Em nota a Uber disse que não foi avisada com antecedência sobre a mudança.

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Metrô em SP cancela contrato com empresa de máquinas para venda de bilhetes

Com menos de um ano firmado o Metrô de São Paulo rescindiu o contrato com a empresa Imply Tecnologia Eletrônica. A prestadora fornecia as máquinas de venda de bilhetes unitários nas estações de metrô.

A venda de bilhetes unitários por meio de autoatendimento visava diminuir as constantes filas nas bilheterias, mas desde o lançamento as máquinas apresentavam um serviço aquém do esperado. Era comum ver máquinas com erros de sistema e sem funcionar por longos períodos.

Com início das instalações em março de 2018, o governo paulista, responsável pelo Metrô, cancelou o contrato de R$24 milhões.

Informações do Bom Dia SP/G1.

Reajuste em São Paulo deixa tarifa dos ônibus em R$4,30

Valor anterior de R$4,00 foi reajustado no início de 2018, trem e metrô não estão inclusos no anúncio.

A Prefeitura de São Paulo informou no último dia 28 que o preço da passagem de ônibus será de R$4,30 a partir do dia 7 de janeiro. O valor é 30 centavos a mais e o reajuste foi de 7,5%, acima da inflação em 2018, que deve fechar em 3,69%, segundo projeção do Banco Central.

Segundo a administração pública, o reajuste acima da inflação se deve ao congelamento das passagens entre 2016 e 2017 e ao aumento inferior à inflação dado em 2018. Os três anos somam 13,06% de inflação, segundo o IPC-Fipe.

O anúncio da Prefeitura, porém, não inclui os ônibus intermunicipais, o metrô e os trens da CPTM, que são de responsabilidade do governo do estado. O ex-governador Márcio França deixou o cargo na última terça-feira (1) sem uma resposta e a nova gestão deve se manifestar em breve.

O aumento da tarifa dos ônibus mexe também com o Bilhete Único Mensal e Diário, que passam de R$194,30 para R$208,90 e R$15,30 para R$16,40, respectivamente.

Os valores da integração dos ônibus com o metrô e trem não foi divulgado. Atualmente a integração custa R$6,96.

Passageiros poderão recarregar o Bilhete Único no valor de R$4 até às 23:59 do dia 6 e utilizar suas passagens nesse valor enquanto durarem os créditos.

Para recarregar seu Bilhete Único no valor anterior com o cartão de crédito use o aplicativo mais bem resenhado da Google Play Store. Clique aqui.

Usando iOs? Baixe o aplicativo na App Store

Governo paulista não confirma aumento das tarifas em SP

Divulgado pelo Bom Dia São Paulo no último dia 18, o aumento da tarifa no transporte público em São Paulo não foi confirmado pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos (STM).

Segundo o telejornal da TV Globo o valor passaria dos atuais R$4 para R$4,25. O último aumento aconteceu em janeiro deste ano, quando passou de R$3,80 para o valor atual.

Em nota para o site Via Trolebus, a STM disse que “A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos (STM) informa que estuda algumas possibilidades sobre a questão de reajuste de tarifa. No entanto, historicamente, a definição sobre o assunto ocorre em janeiro de cada ano.”

A SPTrans, que regula os ônibus na capital, também não confirmou o aumento da tarifa.

Veja também: evolução do preço das passagens em São Paulo.

Como fazer o Bilhete Único Personalizado em São Paulo?

Veja um passo a passo de como fazer o Bilhete Único personalizado em São Paulo!

Ter o Bilhete Único é uma ótima vantagem para quem circula por São Paulo, obtendo benefícios como a integração e mais segurança e praticidade nas viagens. Mas na capital paulista existem diferenças entre os tipos de Bilhete Único e como obtê-los.

Bilhete Único Comum Turista (cadastro simplificado)

O Bilhete Único Comum com cadastro simplificado pode ser obtidos em Postos de Venda e Atendimento da SPTrans, mediante apresentação de documento com foto e CPF e o pagamento de R$4,40 pelo cartão, mais uma compra mínima de 5 créditos no valor de R$22,00, totalizando R$26,40. Estrangeiros devem apresentar o passaporte.

Atenção! Se você ainda tem o bilhete sem identificação, ou seja, que não está vinculado a um CPF, prepare-se para a descontinuação desse modelo, conforme decreto da prefeitura.

É importante dizer que o bilhete com cadastro simplificado não permite a compra de créditos no tipo Mensal e Diário, créditos Vale-Transporte e o benefício Bilhete Amigão, que estende o tempo da integração aos finais de semana.

Atenção! Durante pandemia de Covid-19, o Posto Central só está atendendo com agendamento prévio. Os serviços que necessitam do atendimento presencial estão disponíveis para agendamento no site de atendimento digital: sptrans.com.br/atendimento.

Bilhete Único Comum Personalizado e Identificado

Nessa modalidade o Bilhete Único possui algumas diferenças. Para solicitá-lo é necessário se cadastrar no site da SPTrans, enviar uma foto 3×4 e depois retirar o cartão em um dos Postos de Venda e Atendimento da SPTrans.

O Bilhete Único Comum Personalizado se diferencia do primeiro pelo cadastro digital e a não necessidade de pagar qualquer taxa pela aquisição do cartão. Dá para comprar o Mensal e o Diário, além de carregar com créditos do tipo Vale-Transporte. 

Faça o seu bilhete com cadastrado assim que puder, pois em breve os cartões anônimos serão descontinuados pela SPTrans.

Veja abaixo como fazer o Bilhete Único Personalizado pela internet:

Acesse a página de cadastro no site da SPTrans.

Ao entrar na página de cadastro pela primeira vez você deverá informar seus dados como na imagem abaixo:

Na próxima etapa você precisa do seu CEP e mais alguns dados. Deverá também informar um e-mail para comunicações e como forma de acesso ao portal da SPTrans. Com tudo completo, vá em ‘prosseguir’.
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Nesse momento sua foto já está no site e você precisa editá-la. Arraste a caixa de seleção até que ocupe a foto inteira e vá em ‘Salvar Foto’.

Como editar a foto corretamente e enviar à SPTrans

O primeiro passo é tirar uma foto em um fundo neutro. Pode ser uma parede branca, por exemplo – e editar a foto no tamanho desejado: 3×4. Para isso, abra a foto em um editor.

Entre os editores mais comuns em computadores temos o Paint e o Microsoft Office Picture Manager.

Você também pode digitalizar uma foto 3×4 e salvá-la no seu computador.

Por fim, com tudo pronto e enviado, você deve esperar algumas horas. As fotos são avaliadas uma a uma e pode demorar um pouquinho.

Se aprovado, basta retirar seu Bilhete em qualquer Posto de Atendimento da SPTrans.

Continue digital

Hoje existem diversas opções de recarga online do Bilhete Único, que nos ajudam a evitar as filas constantes nos postos físicos de recarga.

Com seu bilhete cadastrado em mãos e um bom app de recarga você nunca mais ficará sem saldo!

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Tarifas do transporte público SPTrans atualizadas aqui.

Sem emprego? Veja como solicitar o Bilhete Especial do Desempregado

Apesar do Bilhete Único Desempregado não ter saído do papel, existem outros benefícios.

O Bilhete Único Desempregado, anunciado na gestão do ex-prefeito Fernando Haddad jamais saiu do papel, apesar de muito bem visto por toda a população ao ser anunciado em 2016.

Como era ano eleitoral, a gestão Haddad não poderia conceder tal benefício, pois isso fere regras eleitorais. Sendo assim, a nova gestão engavetou o projeto até segunda ordem, e o Bilhete Único Desempregado, que deveria conceder passagens gratuitas por um determinado período de tempo para quem mais precisa, ainda não aconteceu.

Apesar disso, existem outros benefícios na cidade de São Paulo em paralelo ao Bilhete Único Desempregado, como a gratuidade em viagens de metrô e trem, o chamado “Bilhete Especial do Desempregado”. Reparem na falta do “Único”, pois essa modalidade não permite integração com ônibus, por exemplo.

Abaixo, confira quem tem direito e o que precisa para solicitar o seu!

Quem tem direito ao Bilhete Especial do Desempregado

A primeira regra é que o solicitante precisa estar desempregado por um período mínimo de um mês e máximo de seis meses, e ter trabalhado por seis meses no último emprego com carteira assinada.

O benefício é válido por 90 dias, e consiste em um passe especial que deve ser usado nas estações. Por fim, sempre que solicitado, o usuário deve apresentar sua carteira de trabalho, pois o benefício é intransferível. A ausência da carteira pode levar ao cancelamento do bilhete.

Como solicitar

Para pedir o seu, basta comparecer ir às estações Marechal Deodoro (Metrô) ou Barra Funda (CPTM), de segunda à sexta-feira, das 8h às 16h.

Os documentos para solicitar o Bilhete Especial do Desempregado são:

  • RG original;
  • CPF original;
  • Carteira de Trabalho;
  • Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho.

Este mês estamos abordando vários direitos dos usuários do transporte público em SP. Já falamos do Bilhete Único Especial e como solicitá-lo, confira aqui.

Precisa usar o Bilhete Único? Confira todas as vantagens desse cartão neste post.

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Como alugar bicicletas em São Paulo

Novos sistemas permitem aluguel de bicicletas a partir de 8 reais.

Nos últimos anos, a mobilidade urbana em São Paulo ganhou a atenção de autoridades e a bicicleta surgiu como prioridade: ciclovias foram construídas, pensando na integração com o transporte público, além de um sistema de aluguel de bicicletas.

Recentemente, o prefeito de São Paulo, João Dória, reformulou o sistema de aluguel de bicicletas na capital paulista, abrindo novas possibilidades de uso.

Veja o passo a passo para alugar sua bicicleta da maneira mais fácil possível pelo BiKe Sampa:

Primeiro, baixe o app Bike Itaú ou entre no site

No mapa, procure por uma estação com bicicletas disponíveis e clique em desbloquear bicicleta.

Se você já está logado (a), basta conectar. Caso ainda não tenha cadastro, compre um plano e efetue seu cadastro.

O plano diário no valor de R$8,00 dispõe a bicicleta por 24 horas para o usuário, mas atenção: o uso direto dela se dá por uma hora, é preciso devolve-la em alguma estação ou pagar R$5 por hora adicional.

Os planos quinzenal, mensal e anual seguem a mesma lógica, nos valores R$15, R$20 e R$160, respectivamente.

Não tenho cartão de crédito e gostaria de pagar no dinheiro, é possível?

Sim, é possível!

No novo sistema de bicicletas públicas de São Paulo, é possível efetuar o pagamento via dinheiro, em um Posto de Atendimento, na rua José Bento, 314.

Como retiro a bicicleta?

Para retirar as bicicletas use o código disponibilizado pelo app, seu cartão do usuário Bike Sampa ou seu Bilhete Único. Basta digitar o código ou passar o cartão previamente cadastrado na vaga da bicicleta escolhida!

Você obtém o código ou cadastra seu Bilhete Único/Bike Sampa pelo site ou aplicativo Bike Itaú.

Multas:
São cobrados R$5 caso o uso da bike ultrapasse 1 hora ou se, ao retirar uma nova, o usuário não tenha esperado ao menos 15 minutos.

Estações:

Atualmente, são 260 estações com 2600 bicicletas. O sistema está em expansão, portanto, esse número aumentará em breve!

Para acessar as Estações de retirada e entrega das bikes acesse o site.

Alugar bicicletas sem estações: novidade em SP

Ainda em fase de testes, a brasileira Yellow quer trazer para o país um modelo de aluguel de bikes praticado no exterior. No modelo não existem estações, como no Bike Sampa citado acima.

Sendo assim, você pode deixar a bicicleta em algum dos pontos indicados pelo app e seguir sua vida. Para retirá-las, efetue o pagamento no aplicativo e utilize o código disponível no celular para desbloquer a bike.

Divulgação / Yellow

Além da Yellow, Settel, Mobike e Trunfo também foram credenciadas pela Prefeitura de São Paulo e começarão seus serviços na capital paulista em breve.

A expectativa é que até o final do ano 80 mil bicicletas compartilhadas nesse modelo estejam rodando pela cidade. Por fim, integração com o Bilhete Único também está nos planos das empresas.